Hacker ou pirata da internet, neologismos para espião


A espionagem sempre existiu. Não é nenhuma profissão extinta

O mundo da internet facilitou o trabalho dos espiões.

Para inúmeros e importantes ataques não é mais necessária a presença física. De longe, das sedes dos serviços de inteligência e de informações estratégicas, os espiões invadem computadores de diferentes países, de governos, de partidos políticos, de igrejas, de empresas.
Inclusive os computadores domésticos. Penetram a casa de qualquer cidadão.

Temos a espionagem do terrorismo estatal. Do terrorismo político. Do fanatismo religioso.

Temos a espionagem industrial. Científica. Temos até a espionagem da imprensa marrom. Dos quintas-colunas e chantagistas.

Hoje muitos crimes de bancos e empresas desonestas – duplicidade de faturas, sumiço de depósito bancário etc – passaram a ser supostos atentados de hackers fantasmas. Cobranças indevidas sempre aconteceram. Agora os ladrões culpam os hackers.

Portais da internet apagam blogues. Apagam imeios. Roubam textos, filmes, fotografias, áudios. Stalin apagava nomes, fotos, biografias das enciclopédias. Isso é censura. Censura ditatorial.

As campanhas dos meios de comunicação de massa sobre ataques de piratas da internet são balões de ensaio que visam criar leis de mordaça para os usuários, anular a concorrência dos blogueiros, vender programas antivírus ou outras safadezas.

Nos correios sempre violaram cartas. Na internet, provedores realizam varreduras.

 

 

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