Rio Capibaribe de João Cabral de Melo Neto e Carlos Pena Filho

PAISAGEM DO CAPIBARIBE
por João Cabral de Melo Neto

.

A cidade é passada pelo rio
como uma rua
é passada por um cachorro;
uma fruta
por uma espada
O rio ora lembrava
a língua mansa de um cão,
ora o ventre triste de um cão,
ora o outro rio
de aquoso pano sujo
dos olhos de um cão.
Aquele rio
era como um cão sem plumas.
Nada sabia da chuva azul.
da fonte cor-de-rosa
da água do copo de água,
da água de cântaro,
dos peixes de água,
da brisa na água.

 

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Pontes_do_Bairro_do_Recife_Antigo

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GUIA PRÁTICO DA CIDADE DO RECIFE
por Carlos Pena Filho

.

(fragmentos)

(…) tudo o que for do rio,
água, lama, caranguejos,
os peixes e as baronesas
e qualquer embarcação,
está sempre a todo instante
lembrando o poeta João
que leva o rio consigo
com um cego leva o cão.

 

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UM LUGAR DESLUMBRANTE!​

Recomenda Moacir Japiassu, escritor, jornalista e romancista:

Recebi este vídeo do considerado Eduardo Almeida Reis, jornalista e escritor do primeiríssimo time e melhor cronista diário da imprensa brasileira, que o recebeu do Paulinho Saturno.

Reserve alguns minutos e curta em tela cheia e em HD as belezas da natureza neste vídeo.

Com certeza, você vai gostar e muito desta belíssima produção sueca!

Los maravillosos lugares de la UNESCO ‘escondidos’ por la naturaleza

Los Patrimonios Naturales de la Humanidad, como las islas Galápagos o el Gran Cañón son hermosos y quizá están entre los más conocidos de la lista de la UNESCO, pero existen muchos otros fascinantes lugares poco o nada conocidos que la naturaleza nos tiene reservados. 

El Parque Nacional de los Lagos de Plitvice en Croacia

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Fiordo helado de Ilulissat (Groenlandia), es un lugar de desembocadura de icebergs en el mar

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Shirakami-Sanchi (isla Honshu), conserva los últimos vestigios de los bosques templados de Japón

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Los Lagos de Unianga, Chad. Abarca 18 lagos interconectados en pleno desierto del Sahara

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Parque Nacional Kluane, Canadá. Montañas y glaciares dominan el paisaje de este lugar

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Archipiélago de Socotra, Yemen. Entre su rica biodiversidad destaca el árbol de la sangre de dragón

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Isla de Reunión. Departamento francés de ultramar en el océano Índico dominado por volcanes

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El Valle de Nueve Aldeas Jiuzhaigou, China. Cuenta con cascadas, lagos multicolores y picos nevados

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Te Wahipounamu, Nueva Zelanda. Este parque cuenta con los lagos más profundos del país.

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Costa de Ningaloo, Australia. Lugar de concentración de tiburones ballena y otras especies marinas

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Grutas de Skocjan, Eslovenia. Albergan uno de los más grandes cañones subterráneos del mundo

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Atolón de Aldabara, Seychelles. Consta de cuatro islotes alrededor de una gran laguna

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Da beleza e diferentes cores das areias das praias

O jurisconsulto e deputado federal Djalma Aranha Marinho possuía várias bibliotecas: nas residências de Natal e Brasília, nos escritórios de advocacia em Natal e Rio de Janeiro. Um amante dos livros. Da grandeza do escritor e político Gustavo Krause no Recife. Do romancista e jornalista Moacir Japiassu, paraibano exilado em um sítio no interior do Estado de São Paulo.

Certa vez flagrei Djalma lendo gibis. Estranhei. Curioso que sou, cobrei o gosto. Ele me respondeu: – Leio para descansar a mente. Krause, depois de muito ler, prefere – como se dizia antigamente – prosear com os amigos. Japiassu, escondido nas brenhas, distante de tudo, depois de fechar os livros, vai para o computador caçar curiosidades, ou trocar imeios com imagens deste vasto mundo.

PRAIAS SINGULARES

Dele recebo: “Repasso. Recebi do considerado José Romualdo Quintão, grande jornalista, escritor e maior artista plástico do Brasil”.​ É um post de Felipe Brandão no R7 Tv:

Vamos à praia? Aposto que a primeira coisa que você imaginou foi aquele raio de sol atingindo uma areia branca/amarelada que divide espaço com a imensidão do mar, certo?

Isso não é exatamente o que acontece com as praias que você verá aqui. Esqueça todo o padrão com o qual você está acostumado.
Confira algumas praias incomuns encontradas pelo mundo:

1 – Praia de Vidro, Califórnia

praia do vidro, califórnia

 

A praia da areia de vidro se formou depois que o lixo despejado por anos, foi batido e misturado na areia pelas ondas, transformando-o numa espécie de areia de vidro!

A praia da areia de vidro se formou depois que o lixo despejado por anos, foi batido e misturado
na areia pelas ondas, transformando-o numa espécie de areia de vidro!

2 – “Hidden Beach” (Praia Escondida), Ilhas Marietas, México

Praia escondida, méxico

Os rumores dizem que esta praia foi formada após o governo mexicano utilizar as ilhas, então desabitadas, para práticas bélicas, em 1900.

Os rumores dizem que esta praia foi formada após o governo mexicano utilizar as ilhas,
então desabitadas, para práticas bélicas, em 1900.

3 – Praia nas Maldivas que mais parece um céu estrelado

praia das malvinas

Coberta por milhões de fitoplânctons (phytoplanktons) bioluminescentes. Esses organismos microscópicos brilham de forma semelhante aos vaga-lumes e tendem a emitir luz como mecanismo de defesa, criando essa incrível imagem surreal.

Coberta por milhões de fitoplânctons (phytoplanktons) bioluminescentes.
Esses organismos microscópicos brilham de forma semelhante aos vaga-lumes e
tendem a emitir luz como mecanismo de defesa, criando essa incrível imagem surreal.

4 – A Praia das Catedrais, Ribadeo, Espanha

Esses arcos foram formados pelo contato com a água durante milhares de anos.

Esses arcos foram formados pelo contato com a água durante milhares de anos.

5 – Praia de Areia Rosa, Bahamas

5 - praia da areias das rosas 1

A terna areia rosada das Bahamas é pigmentada por restos de corais, fragmentados pela arrebentação das ondas.

A terna areia rosada das Bahamas é pigmentada por restos de corais,
fragmentados pela arrebentação das ondas.

6 – Praia Maho, São Martinho

6 - prais sao martinho

A cada avião, uma dose de adrenalina!

A cada avião, uma dose de adrenalina!

7 – Jokulsarlon, Islândia

7 – Jokulsarlon, Islândia

Aqui temos um belo contraste da areia negra com pedaços brancos de gelo.

Aqui temos um belo contraste da areia negra com pedaços brancos de gelo.

8 – Moeraki Boulders (Ovos de dragões), Koekohe Beach, Nova Zelândia

8 – Moeraki Boulders (Ovos de dragões), Koekohe Beach, Nova Zelândia

8 – Moeraki Boulders (Ovos de dragões), Koekohe Beach, Nova Zelândia  2

Esses “ovos” são, na verdade, bolas de rochas sedimentares, mais duras do que a terra sedimentar formada em volta.

Esses “ovos” são, na verdade, bolas de rochas sedimentares,
mais duras do que a terra sedimentar formada em volta.

9 – Praia Papakolea Green Sand, Havaí

9 – Praia Papakolea Green Sand, Havaí

A areia verde nesta praia é causada pelo mineral olivina, que é formado pela lava que esfria no mar.

A areia verde nesta praia é causada pelo mineral olivina,
que é formado pela lava que esfria no mar.

10 – Calçada dos Gigantes, Irlanda

10 – Calçada dos Gigantes, Irlanda

A Calçada dos Gigantes foi formada há 50/60 milhões de anos, quando lavas basálticas subiram à superfície e se resfriaram, formando essas rachaduras e as grandes colunas.

A Calçada dos Gigantes foi formada há 50/60 milhões de anos, quando lavas basálticas
subiram à superfície e se resfriaram, formando essas rachaduras e as grandes colunas.

11 – Punaluu Black Sand Beach, Havaí

11 – Punaluu Black Sand Beach, Havaí

11 – Punaluu Black Sand Beach, Havaí

11 – Punaluu Black Sand Beach, Havaí

12 – Red Sand Beach, Rábida, Galápagos

12 – Red Sand Beach, Rábida, Galápagos

A areia vermelha na Rábida foi formada devido à oxidação dos depósitos de lava ricos em ferro, embora possa também ser devido a sedimentos de corais.

A areia vermelha na Rábida foi formada devido à oxidação dos depósitos de lava
ricos em ferro, embora possa também ser devido a sedimentos de corais.

13 – Pfeiffer Beach, Califórnia

13 – Pfeiffer Beach, Califórnia

O roxo da areia nesta praia é formado quando granadas de manganês das colinas ao redor são corroídas pelo mar.

O roxo da areia nesta praia é formado quando granadas de manganês
das colinas ao redor são corroídas pelo mar.

14 – Vik Beach, Islândia

A Islândia é um país com uma grande quantidade de atividade vulcânica, por isso as praias pretas são tão comuns por lá.

A Islândia é um país com uma grande quantidade de atividade vulcânica,
por isso as praias pretas são tão comuns por lá.

15 – Cave Beach, Algarve, Portugal

A costa de Algarve é constituída por calcário, que é facilmente desgastado, o que leva à formação dessas impressionantes cavernas.

A costa de Algarve é constituída por calcário, que é facilmente desgastado,
o que leva à formação dessas impressionantes cavernas.

Como escalar a beleza misteriosa do Monte Roraima

 

 

Vista do alto do Monte Roraima

Vista do alto do Monte Roraima

No Monte Roraima, piscinas naturais de água límpida e cristalina com fundo de cristais de quartzo em meio às formações rochosas do topo, a 3.000 metros de altitude. Esta paisagem, encrustada na fronteira entre a Venezuela e o Brasil, inspirou o escritor britânico sir Arthur Conan Doyle a escrever seu livro O Mundo Perdido. Aí também se encontra a mais alta cachoeira do mundo, denominada Salto do Anjo, com 979m de altura. (Rep/Nehemias Gueiros/FB – do Rio de Janeiro)

 

Boa vista (Brasil) – Pacaraima (Brasil) – Santa Elena de Uairén (Trek ao Monte Roraima)

O Monte Roraima não é uma montanha tradicional, de formato cônico, cujo topo é muito menor do que a área da base. Ele é um tepui, assim como o outro monte ao lado. Um tepui, formação muito comum na Venezuela, é uma montanha com a parte de cima em formato de mesa, um platô. Portanto, esse tipo de formação montanhosa possui a área do topo praticamente igual à da base e, entre os dois, no caso do Monte Roraima, são quase 1000 m de altura que emergem da terra em formações semelhantes a falésias. É realmente muito bonito! O verde alcança até o paredão do monte que, em seguida, sobe imponente, na rudeza da pedra, em direção ao céu, reto e igualmente por todos os lados.

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A primeira impressão que tive era de que a paisagem parecia o solo lunar, sem terra, mas formado apenas de pedras cor de carvão, que se confundiam com a névoa cinza da manhã. O solo de todo o platô é constituído de rochas enegrecidas e parece que todo o topo do monte, erigido da terra há milhões de anos, é somente uma enorme pedra e não lembra em nada a floresta exuberante ou a savana que se estendem aos seus pés. É realmente um lugar único que, sem surpresa, tenha inspirado o livro “O Mundo Perdido”, de 1912, do escritor Arthur Conan Doyle. Entretanto, apesar de me lembrar a lua, a paisagem não é morta; pelo contrário, das fissuras entre as rochas negras, brotam uma variedade enorme de pequenos arbustos musguentos, resistentes bromélias, flores exóticas e plantas carnívoras que se adaptaram ao alto índice pluviométrico e diferentes condições geológicas da região. Entre as pedras, também surgem muitas poças d’água que refreiam nossa passagem e evidenciam a irregularidade do terreno. A fauna também se mostra heroica, num desfilar de insetos e anfíbios, como um lindo mini-sapo preto que todos quisemos tocar.

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Caminhamos bastante, entre inusitadas formações rochosas, como pedras em forma de pênis e torres de catedrais; subimos, descemos, passamos por cachoeiras, vales, grandes lagos, clareiras, paredões de pedra, desfiladeiros. As formações geológicas do Roraima datam de milhões de anos, incluindo-se entre as mais antigas do planeta e, de fato, elas são impressionantes.

No Vale dos Cristais, o chão é forrado de branco, devido aos cristais de quartzo presentes ali. O guia logo nos advertiu a não pegar nenhum como souvenir, pois ele poderia ser severamente punido caso fosse encontrado um cristal na inspeção das mochilas, na saída do parque. O casal de franceses imediatamente devolveu as pedrinhas ao chão.

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Continuamos através de galerias e monumentos de pedra até chegar à beira do abismo, bem do lado do monte que nós víamos do segundo acampamento, o da base. Nesse momento, o grupo sentia-se um pouco frustrado por causa da forte neblina que impedia a visão do horizonte. Porém, já tínhamos experimentado, naquela mesma manhã, desde garoa e frio até sol escaldante e tempo claro. Assim, como o clima é algo que muda drástica e rapidamente no topo do Monte Roraima, permanecemos ali por alguns minutos, esperando que a névoa se dissipasse e o tempo mudasse novamente a nosso favor. Sem demora, o sol começou a apontar de novo e a Gran Sabana pode ser admirada abismo abaixo, através das nuvens, com todos os seus tons de verde e as ondulações das montanhas. À beira do precipício, eu sentia uma satisfação íntima por ter conseguido. Estar ali era lindo e tinha valido a pena!

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Leia mais. Acompanhe a aventura desta MochilAna. Clique nas fotos para ampliar

 

 

 

 

Las 10 fotos científicas más impactantes del 2014

Este año la humanidad logró grandes avances en la ciencia, algunos de los cuales registraron impactantes fotos que de seguro pasarán a los libros de historia.
El diario español ABC recopiló diez de las imágenes científicas más relevantes de este 2014, las que te exponemos a continuación, en mejor resolución y calidad. BioBioChile

1 – Primer robot elaborado por el hombre sobre un cometa

La superficie en la foto no es cualquiera. Se trata del cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, el primero en recibir a un robot hecho por el hombre: Philae. El módulo de la sonda espacial Rosetta hizo historia tras posarse sobre el cuerpo espacial, de la que tuvieron que pasar 10 años para hacerse realidad.

La superficie en la foto no es cualquiera. Se trata del cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, el primero en recibir a un robot hecho por el hombre: Philae. El módulo de la sonda espacial Rosetta hizo historia tras posarse sobre el cuerpo espacial, de la que tuvieron que pasar 10 años para hacerse realidad.

2 – Naia, la primera americana

El cráneo pertenece a Naia, quien hace 12 mil años vivió en la Península del Yucatán. Según se afirma, es “uno de los esqueletos más antiguos encontrados hasta ahora en el continente americano”, además del más completo. Sus restos fueron ubicados a más de 40 metros bajo el nivel del mar, en una cueva hoy inundada, llamada Hoyo Negro. Su aparición ha dado “datos esclarecedores sobre los orígenes de los primeros habitantes americanos”, quienes pasaron desde Asia hacia nuestro continente, por el estrecho de Bering, durante la glaciación.

El cráneo pertenece a Naia, quien hace 12 mil años vivió en la Península del Yucatán. Según se afirma, es “uno de los esqueletos más antiguos encontrados hasta ahora en el continente americano”, además del más completo.
Sus restos fueron ubicados a más de 40 metros bajo el nivel del mar, en una cueva hoy inundada, llamada Hoyo Negro. Su aparición ha dado “datos esclarecedores sobre los orígenes de los primeros habitantes americanos”, quienes pasaron desde Asia hacia nuestro continente, por el estrecho de Bering, durante la glaciación.

3 – El pulpo Dumbo

Como pulpo “Dumbo” ha sido bautizado este extraño ejemplar, que tiene recogido sus tentáculos en una forma jamás antes vista. Del género Grimpoteuthis, fue registrado por un robot submarino de exploradores estadounidenses en el Golfo de México, en abril de este año, y a una profundidad de 2 mil metros bajo el nivel del mar.

Como pulpo “Dumbo” ha sido bautizado este extraño ejemplar, que tiene recogido sus tentáculos en una forma jamás antes vista. Del género Grimpoteuthis, fue registrado por un robot submarino de exploradores estadounidenses en el Golfo de México, en abril de este año, y a una profundidad de 2 mil metros bajo el nivel del mar.

4 – Como veríamos Europa

Lo que se ve es Europa, la helada luna de Jupiter, en una imagen que replica cómo se vería con nuestros ojos. La foto es resultado de un proceso que hizo la Nasa a las capturas que ha conseguido la sonda espacial Galileo, desde finales de los 90.  Para los científicos, Europa resulta todo un misterio, por contar aparentemente con un océano, así como con miles de grietas que se le ven formadas.

Lo que se ve es Europa, la helada luna de Jupiter, en una imagen que replica cómo se vería con nuestros ojos. La foto es resultado de un proceso que hizo la Nasa a las capturas que ha conseguido la sonda espacial Galileo, desde finales de los 90.
Para los científicos, Europa resulta todo un misterio, por contar aparentemente con un océano, así como con miles de grietas que se le ven formadas.

5 – SuperLuna de Tenerífe (España)

Esta imagen dio la vuelta al mundo, tanto que elegida una de las mejores por el Wall Street Journal. Fue tomada en inmediaciones del Observatorio del Teide, de Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC), que se dedicó a registrar el fenómeno de la SuperLuna del pasado 10 de agosto. “Este fenómeno ocurre cuando nuestro satélite natural se encuentra en su perigeo, el punto de su órbita más cercano a la Tierra. La Luna llena tiene un tamaño un 14% mayor y es un 30% más brillante que en el punto de la órbita más alejado a la Tierra”, explica ABC.

Esta imagen dio la vuelta al mundo, tanto que elegida una de las mejores por el Wall Street Journal. Fue tomada en inmediaciones del Observatorio del Teide, de Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC), que se dedicó a registrar el fenómeno de la SuperLuna del pasado 10 de agosto.
“Este fenómeno ocurre cuando nuestro satélite natural se encuentra en su perigeo, el punto de su órbita más cercano a la Tierra. La Luna llena tiene un tamaño un 14% mayor y es un 30% más brillante que en el punto de la órbita más alejado a la Tierra”, explica ABC.

6 – Te estoy mirando

Esta imagen pareciera ser falsa, pero es completamente real. No es un monstruo, sino los ojos de una araña saltadora Phidippus. Noah Fram-Schwartz es el autor de ella, para un concurso de Nikon sobre el diminuto mundo que nos rodea. Y claro, ganó.

Esta imagen pareciera ser falsa, pero es completamente real. No es un monstruo, sino los ojos de una araña saltadora Phidippus. Noah Fram-Schwartz es el autor de ella, para un concurso de Nikon sobre el diminuto mundo que nos rodea. Y claro, ganó.

7 – La Tierra y la Luna, en una imagen

Esta imagen ha resaltado por ser una de las pocas que tiene a la Tierra y la Luna, juntas, en una sola imagen. Se trata de una captura enviada por Chang’e 5T1, una misión china lanzada el pasado 23 de octubre al espacio.

Esta imagen ha resaltado por ser una de las pocas que tiene a la Tierra y la Luna, juntas, en una sola imagen. Se trata de una captura enviada por Chang’e 5T1, una misión china lanzada el pasado 23 de octubre al espacio.

8 – Caminata espacial

Alexander Gerst, el astronauta de la Agencia Espacial Europa tuvo su mundo a los pies cuando en noviembre pasado debió realizar una caminata espacial por la Estación Espacial Internacional (ISS). El objetivo, unas mantenciones, pero la vista, espectacular.

Alexander Gerst, el astronauta de la Agencia Espacial Europa tuvo su mundo a los pies cuando en noviembre pasado debió realizar una caminata espacial por la Estación Espacial Internacional (ISS). El objetivo, unas mantenciones, pero la vista, espectacular.

9 – La protesta de las morsas

Unas 35 mil morsas fueron registradas en septiembre la costa de Alaska. Según los científicos, se debería al calentamiento global, que está cambiando el comportamiento de estos animales.

Unas 35 mil morsas fueron registradas en septiembre la costa de Alaska. Según los científicos, se debería al calentamiento global, que está cambiando el comportamiento de estos animales.

10 – La selfie del mono

Esta mona macaco negro, de la selva de Sulawesi (Indonesia), ganó fama mundial por ser el primer animal en registrarse a si mismo. Fue hecho con la cámara de David Slater, quien se la prestó y luego accidentalmente se fotografió, no una, sino varias veces.  Su historia paso al Daily Mail y desde ahí Wikipedia la subió a su sitio, generando una batalla legal entre Slater y Wikimedia -dueño de la enciclopedia libre-. La Oficina de Copyright de Estados Unidos falló a favor de Wikimedia, puesto que declaró que “los trabajos producidos por la naturaleza, animales o plantas” no pueden tener copyright.

Esta mona macaco negro, de la selva de Sulawesi (Indonesia), ganó fama mundial por ser el primer animal en registrarse a si mismo. Fue hecho con la cámara de David Slater, quien se la prestó y luego accidentalmente se fotografió, no una, sino varias veces.
Su historia paso al Daily Mail y desde ahí Wikipedia la subió a su sitio, generando una batalla legal entre Slater y Wikimedia -dueño de la enciclopedia libre-. La Oficina de Copyright de Estados Unidos falló a favor de Wikimedia, puesto que declaró que “los trabajos producidos por la naturaleza, animales o plantas” no pueden tener copyright.

O deserto inundável do Brasil

por Jovi Esteve/ El País

 

Os Lençóis Maranhenses, no nordeste brasileiro. / ED VIGGIANI

Os Lençóis Maranhenses, no nordeste brasileiro. / ED VIGGIANI

 

 

Há muitos lugares na Terra que são tão fascinantes quanto desconhecidos. Um deles é o ‘deserto inundável do Brasil’, considerado pelo canal National Geographic um dos locais mais exóticos do planeta, já que é o deserto onde mais chove no mundo. Essa bela paisagem fica no nordeste do Brasil, no litoral do Maranhão, e ali é possível visitar o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, que, visto dos ares, parece um lençol branco, já que esse deserto brasileiro é formado por areias brancas devido às grandes quantidades de partículas fósseis que ali se encontram. É tão espetacular que existem até roteiros turísticos para apreciar essa joia da Natureza. O que torna esse deserto único é seu regime de chuvas, que vai de janeiro até setembro. De outubro até o fim do ano é a estação seca, quando o calor evapora as águas.

O segredo de sua beleza reside nesse regime de precipitações que pode chegar a acumular entre 1650 e 1750 l/m2 (300 vezes mais do que o Saara). A temporada úmida transforma os 155.000 hectares que formam esse areal atípico em um lugar totalmente insólito, que se enche de infinitas lagoas de água retida em meio às dunas desérticas.

Os melhores meses para visitá-las são de junho a setembro, que é quando estão cheias de água. Essas lagoas apresentam uma cor esverdeada devido a certos microrganismos presentes na areia branca, que conferem um contraste de cor realmente único. Peixes, crustáceos, mariscos e tartarugas aparecem de maneira surpreendente em uma explosão de vida que parece inexplicável, para depois, no tempo de seca, voltarem a desaparecer, recuperando assim o aspecto típico de deserto árido.