Tráfico. Estudantes cafetões organizam festas na Faculdade de Medicina da USP

 

Na gíria: carecas (sexo masculino) no bosque (sexo feminino)

Na gíria: carecas (sexo masculino) no bosque (sexo feminino)

 

É o crime organizado. Praticam o tráfico de calouros e calouras para estupro e sexo grupal

Estudantes violentados sentem mais vergonha do que as mulheres em denunciar os crimes

As orgias são praticadas nos porões da faculdade e tudo é vendido: ingresso das festas, bebidas, drogas, virgindade, práticas sexuais (penetração anal, vaginal, felação etc) e locais (cafofos). As bacanais não são machistas como pretendem vender. Os participantes são bissexuais.

Vou selecionar aqui no Jornaleiro uma série de reportagens sobre a degradação da Faculdade de Medicina da USP:  Denúncias de preconceito, racismo, abusos morais e violência sexual, resultando muitas vezes na perseguição das vítimas.

 

Violência sexual na USP: “Nos aterroriza saber que esses jovens atenderão mulheres em seus consultórios”

 

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Denise Motta Dau, da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, comentou abusos e estupros na Faculdade de Medicina: “não é um relato, são vários, seguidos, das mais diversas formas em que essas mulheres são abusadas

Por Carolina de Assis, no Transtudo

Os casos de violência sexual contra alunas da Faculdade de Medicina da USP por parte dos próprios colegas de curso têm sido debatidos pela opinião pública e pelo poder público do estado de São Paulo desde o início deste mês, quando uma série de reportagens da Ponte denunciou a cultura de estupro e de silêncio da FMUSP em que proliferam os abusos. A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do estado, presidida pelo deputado Adriano Diogo (PT), tem realizado audiências públicas sobre a questão, com o objetivo de ouvir estudantes e autoridades da universidade e apurar as denúncias sobre os abusos e estupros. Durante o programa Gabinete Aberto, realizado ontem (24/11) pela Prefeitura de São Paulo e em que Opera Mundi esteve presente, a secretária municipal de Políticas para Mulheres, Denise Motta Dau, se posicionou sobre o caso.

A secretária, que acompanhou a audiência pública realizada no dia 11 de novembro, disse ter ficado impressionada com os relatos das alunas sobre o sistema “pré-planejado” para abusar das garotas nas festas da FMUSP, com a venda de bebidas alteradas e as tendas com colchões e almofadas, os chamados “cafofos”, onde estudantes relataram terem sido abusadas e estupradas por colegas da universidade. “Não é um relato, são vários, seguidos, das mais diversas formas em que essas mulheres são abusadas nessas festas.” Motta Dau comentou também a tendência de culpar as vítimas, recorrente em casos de violência sexual contra mulheres, que segundo ela tem ocorrido nos debates entre alunos da universidade sobre os estupros e abusos.

Outra questão levantada pela secretária é o fato que a Faculdade onde prevalece tal cultura de violência contra mulheres é a mesma que formará profissionais de saúde. “Nos aterroriza saber que muitos desses jovens serão profissionais de saúde, que atenderão mulheres em seus consultórios particulares, no Sistema Único de Saúde, nos quais nós tanto queremos que respeitem os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.” A secretária reiterou a necessidade da apuração das denúncias e da reflexão sobre as relações sociais de gênero em que se baseia a cultura de estupro que viceja na FMUSP e em diversos ambientes universitários. “Mudar a cultura, fazer a apuração do que ocorreu na USP e repensar essas festas, as relações entre alunos e alunas, as relações sociais de gênero na universidade é fundamental.”

 

 

 

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Garota de 19 anos, estudante de pedagogia da UFPE comete suicídio

Universitária Amanda Regina da Silva Rodrigues,19 anos

 

A estudante do curso de pedagogia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Amanda Regina da Silva Rodrigues, de 19 anos, que morava na rua Pitágoras, no bairro José Liberato, em Caruaru, cometeu suicídio por volta do meio dia deste sábado (06) dentro de um dos quartos da casa onde morava.

casa

rua

 

Familiares informaram que a vítima era uma pessoa alegre e que há alguns dias, ela estava calada, possivelmente com depressão que a levou a cometer este ato lamentável. Ela usou o cordão da mochila escolar, colocou em um dos caibros do telhado, subiu na beliche e se enforcou. Fonte: Jornal de Caruaru

TABU

Importante que os suicídios sejam divulgados. Isso quebra tabus.

Os pais precisam ser alertados. Governo e escolas e a sociedade precisam criar políticas de proteção aos jovens. E estudar as causas de qualquer suicídio. Por vários motivos.

Não podemos banalizar a morte. Toda vida é preciosa.

 

SUICÍDIO ENTRE JOVENS

O suicídio cresce no mundo todo, principalmente entre jovens. Mas, apesar de ser um fenômeno complexo, que envolve fatores sociais, psicológicos e genéticos, é possível preveni-lo de um modo simples e eficaz.

por Luciana Christante

A primeira causa de morte por atos de violência no mundo não são os acidentes de trânsito, os homicídios nem os conflitos armados, mas o suicídio. Esse dado desconcertan- te foi revelado em outubro de 2002, em Bruxelas, numa reunião da Organização Mundial de Saúde (OMS) para divulgar as conclusões do Relatório Mundial sobre Violência e Saúde. Ao lê-las (aparentemente pela primeira vez) para os convidados da cerimônia, o então primeiro-ministro da Bélgica, Guy Verhofstadt, não conteve o susto e, quebrando o protocolo, indagou incrédulo: “É isso mesmo?”.

A cena está na memória do psiquiatra brasileiro José Manoel Bertolote, que estava presente ao evento e, ao contrário do premiê belga, não tinha razão para se espantar. Havia sido ele, na época funcionário do Departamento de Saúde Mental da OMS, um dos principais responsáveis pela primeira compilação dos dados mundiais sobre suicídio, que chamaram a atenção da entidade para um dos mais complexos problemas de saúde pública da atualidade.

Após quase duas décadas na OMS, Bertolote deixou a Suíça e se instalou em Botucatu, no interior de São Paulo, onde é professor da Faculdade de Medicina da Unesp.

Houve uma “miniepidemia” de suicídios em Botucatu. Entre 2000 e 2008, a média anual de mortes por lesão autoinfligida na cidade havia sido sete. Em 2009 foram registrados 21 casos. Até agora ninguém consegue explicar o aumento tão abrupto, mas o fato é que no mundo todo, até mesmo em países em que as taxas de suicídio são tradicionalmente baixas – como o Brasil –, vem crescendo o número de pessoas que precisam de ajuda para não sucumbir.

As mortes por suicídio aumentaram 60% nos últimos 45 anos, segundo a OMS. Quase um milhão de pessoas se mata todos os anos – em um universo até 20 vezes superior de tentativas.

Na maioria dos países desenvolvidos, a violência autoinfligida é a primeira causa de morte não natural. No Brasil, ela ocupa a terceira posição – aqui as taxas de mortalidade por acidentes de trânsito e homicídios estão entre as maiores do mundo.

Outra mudança que vem sendo observada é a faixa etária de quem comete suicídio. Historicamente mais comum entre os idosos, o ato vem crescendo entre pessoas de 15 a 44 anos. Um estudo de Bertolote e colaboradores, publicado em 2005 na Revista Brasileira de Psiquiatria, confirma essa tendência no Brasil. E traz um dado surpreendente: um aumento de dez vezes na mortalidade por suicídio em jovens de 15 a 24 anos entre 1980 e 2000. Considerando apenas os homens da mesma faixa etária, esse índice aumentou 20 vezes.

Relacionamentos ou lares desfeitos, aumento do uso de drogas e dificuldades financeiras são alguns dos problemas que levam pessoas ao suicídio. No Brasil, essa é a terceira causa de morte entre jovens (atrás apenas de acidentes e violência), segundo a psiquiatra Alexandrina Meleiro, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).

Com projeto artístico, estudante denuncia seu estuprador

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Em seu projeto-protesto “Carregando o Peso”, Emma Sulkowicz carregará seu colchão pelo campus de tradicional universidade de Nova Iorque enquanto seu estuprador permanecer em campus

por Alyssa Figueroa, em Alternet | Tradução: Vinicius Gomes

Na Universidade de Columbia, em Nova Iorque, a estudante de artes visuais Emma Sulkowicz está iniciando seu ano letivo carregando pelo campus mais do que sua mochila e seus livros. Como parte de um projeto artístico, Sulkowicz carregará seu colchão por toda Columbia, uma vez que seu estuprador ainda está no campus.

Ela diz que foi violentada no primeiro dia de seu segundo ano na universidade. Não denunciou o estupro de maneira imediata, mas após conversar com duas mulheres que foram atacadas pelo mesmo homem, todas decidiram registrar o ocorrido. Ela então passou por uma audiência inapropriada, como a própria escreveu na revista Time: “Durante minha audiência, que não ocorreu até sete meses depois do incidente, uma das presentes no inquérito continuou me perguntando como era fisicamente possível acontecer o estupro anal. Eu fui colocada na horrorosa posição de tentar educá-la e explicar como essa coisa terrível aconteceu comigo”.

A universidade ignorou os casos das três mulheres.

Na semana passada, a The Nation publicou um e-mail que um administrador enviou acidentalmente para um estudante, revelando o desdém da universidade para o movimento anti-estupro no campus. O administrador, basicamente, debochou do pedido das estudantes para um maior envolvimento [da administração] nas políticas de ataques sexuais na universidade.

Em abril, Sulkowicz assinou junto de outras 22 estudantes uma reclamação contra a universidade por sua ineficiência em lidar com casos de estupro. No mês seguinte, ela decidiu reportar o estupor para a polícia, onde foi tratada de maneira ainda mais insensível.

“Você o convidou a seu quarto. Essa não é a definição legal para estupro”, disse um dos policiais. O projeto artístico tem o nome de “Performance do Colchão: Carregando o Peso”.

“Fui estuprada em meu próprio dormitório e desde então, aquele espaço se tornou um tormento para mim”, diz Sulkowicz em um vídeo publicado pelo Columbia Spectador. “E eu sinto que tenho carregado o peso daquilo que aconteceu comigo por todos os lugares desde então”.

 

 

 

Quando as meninas odeiam as meninas. Bullyng entre universitárias

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Sempre existe espaço para falar do amor entre meninas. A imprensa esquece a inveja, o preconceito, o ciúme, o ódio nas relações femininas. Por exemplo, existe bulismo entre as universitárias brasileiras? Desconheço qualquer pesquisa.

Publicou El Clarín:

Aumento de bullying preocupa argentinos

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por Gabriela Grosskopf Antunes

O bullying vem deixando vítimas no país. Um em cada quatro argentinos, diz a imprensa local, conhece ou já foi vítima de alguma espécie de violência escolar. A Argentina já é considerada o país com maior índice de bullying da região.

O tema é comum no continente. ONGs e entidades internacionais afirmam que pelo menos 70% dos alunos da América Latina já sofreram algum tipo de bullying. E segundo estudo realizado pela Unesco entre os anos de 2009 a 2011, a Argentina é o país com os mais altos números de bullying entre os 15 países latino americanos que participaram do estudo.

Um em cada quatro argentinos, diz a imprensa local, conhece ou já foi vítima de alguma espécie de violência escolar. De acordo com a consultora TNS Gallup, 87% dos argentinos estão preocupados com o tema. O sofrimento silencioso de 40% dessas vítimas, como reporta a equipe do Anti Bullying Argentina (ABA), pode terminar mal.

Foi o caso de Naira Ayelén Cofreces, de 17 anos, morta em abril último como decorrência de espancamento por três colegas, na província de Buenos Aires.

Bullying termina em morte

O caso de Naira assustou graças à banalidade do crime. Familiares e amigos especulam que Naira pode ter apanhado pelo simples fato de ser amiga de uma colega que vinha sofrendo com bullying.

“Foi um desses casos em que o bullying mostrou sua cara mais trágica”, lamentou explica a psicóloga da Universidade Católica Argentina (UCA) e parte da equipe da entidade Anti Bullying Argentina, Lucrecia Morgan.

Pouco dias depois, em La Plata, cidade natal da Presidente Cristina Kirchner, uma jovem de 18 anos foi atacada porque “era linda”. Sobreviveu com o nariz quebrado.

“É preocupante porque é cada vez maior o número de denúncias e também a violência entre os alunos”, destacou o presidente da ONG Bullying sem Fronteiras Javier Miglino.

O jornal Uno publica hoje:

Sorpresa por casos de bullying en estudiantes universitarias

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por Mariana Gil

Aunque es difícil de creer que el bullying se manifieste entre estudiantes del ámbito universitario, en Mendoza las agresiones psicológicas son frecuentes sobre todo entre las mujeres. Sin embargo, aun así es en la única provincia del país donde los hombres no sufren este tipo de violencia y la resolución de los conflictos es más simple. De todos modos, es una de las regiones donde los alumnos demandan más ayuda. Las carreras en las que predominan los casos de maltrato son Ingeniería, Economía, Derecho e incluso, Psicología, entre otras. Así lo revela el informe del estudio nacional que realizó la ONG Bullying sin Fronteras.
En las universidades públicas, el fenómeno de burlas, injurias, discriminación, aislamiento y humillaciones, entre otras manifestaciones, es por cuestiones políticas; mientras que en las privadas, el acoso tiene relación con la condición económica de la víctima.
Lo que llama la atención sobre los datos que arrojó la muestra de los estudiantes de entre 18 y 23 años de nuestra provincia es que “fue el único lugar del país donde no existe bullying entre hombres, que se da sólo entre mujeres. Es decir: en Mendoza el compañerismo en el segmento masculino es más fuerte, hay respeto y no proliferan las broncas”, detalló Javier Miglino, titular de la organización.
El estudio nacional indica que en promedio 4 de cada 10 alumnos de casas de altos estudios padeció bullying y que en muchos casos deriva en una sensible baja en el rendimiento académico o directamente, en el abandono de la carrera universitaria por la continua presión de sus compañeras.
“Cada distrito se destaca por algo distinto y en Mendoza se reveló que son los varones quienes defienden a las chicas a quienes consideran víctimas”, comentó el abogado Miglino, quien al mismo tiempo, dijo que no es posible develar las preguntas del estudio.
Fueron encuestados 2.000 alumnos de 24 universidades privadas y 43 públicas de la Argentina, algunas de ellas de Buenos Aires, Rosario, Córdoba, Mendoza, entre otras, y en estas regiones, el método de consulta fue a través de redes sociales como Twitter, Facebook y por correo electrónico. De allí surgió que el 99% de quienes padecieron bullying lo sufrieron a nivel psicológico, ya que es poco probable que sea físico porque es un delito penal en este rango etario.
El testimonio de Miglino es el siguiente: “Los chicos nos piden ayuda y tenemos una propuesta para que en las universidades inserten dentro de alguna materia, charlas con especialistas sobre bullying”.
A la vez, el profesional explicó que toman las denuncias de cada damnificado y en primer orden, hacen el reclamo a cada establecimiento educativo, luego al Ministerio de Educación, y en tercer lugar, a la fiscalía del Poder Judicial.
Bullying sin Fronteras ya planea visitar Mendoza, Misiones, Formosa, Chaco y Neuquén, las provincias donde han recibido más pedidos de ayuda.
Otro dato que salió a la luz es que el 5% de los estudiantes universitarios sufren el bullying por parte los profesores con frases como “pierden tiempo”, “¿para que están acá, están haciendo perder plata al Estado?”, “no sé qué va a pasar cuando salgan de acá”, “ustedes no tienen nivel”, y otras. “Estas son palabras muy fuertes, son como una especie de bomba atómica, y hay quienes hasta quieren dejar la carrera”, aseguró el especialista.
El estudio nació de la preocupación de padres, alumnos, directivos de universidades públicas y privadas, y Bullying sin Fronteras abordó la conflictividad del acoso estudiantil en el ámbito universitario.

 

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“Hay que ser prudentes antes de calificar los casos”

Adriana Hunau, psicóloga y coordinadora del Servicio de Apoyo al Estudiante y Orientación Vocacional de la UNCuyo, reconoció el fenómeno, pero opina: “Hay que tener cierta prudencia porque las diferencias de ideologías no siempre desencadenan situaciones de bullying. Los enfrentamientos por cuestiones ideológicas se dan al igual que en el contexto social y no siempre merecen ser llamados como casos de bullying. Puede haber episodios aislados y hay que ser prudentes antes de calificar los casos”.
Nancy Caballero, psicopedagoga y psicóloga, concuerda en que existen situaciones de agresión frente la mirada diversa de las cosas: “Esto debería ser inconcebible que suceda en el seno de las universidades, como también la intolerancia a nivel político, que se observa hasta en carreras con orientación técnica, aunque no me animo a denominarlos como casos de bullying, pero sí de violencia”.
La especialista también reconoció que es más común entre las mujeres la violencia psicológica y que los temas de las discusiones son difíciles de mediar.
En tanto, los hombres son más simples a la hora de la resolución de los conflictos. Otro dato que destacó Caballero es que desde hace unos años “las diferencias se dirimen desde un lugar de intransigencia. No podemos naturalizar esto que llama la atención y es grave, cuando una persona del ámbito de estudio no puede usar la palabra sin agredir al otro es porque se ha perdido la inteligencia emocional”.

Prostitutas y universitarias, ¿cuál es el precio?

Ofrecen servicios sexuales para mantener un elevado tren de vida y lo hacen sin remordimientos. Son estudiantes que han elegido libremente llevar una doble vida

por TATIANA MANRIQUE

Recibe 40 llamadas telefónicas al día, de lunes a viernes. De ellas, dos culminan en citas que acaban entre sus sábanas. Encuentros de media hora por los que cobra 70 euros. Dice que sabe lo que hace. Le gusta y, además, que le permite llevar una vida independiente.

Hablamos de una prostituta madrileña que cumplió 18 años en julio del año pasado. Fue en ese momento cuando decidió hacerse puta. Y no le molesta el calificativo: «Es lo que soy», afirma.

Dos meses después de introducirse en este furtivo mundo comenzó su carrera universitaria. Prefiere no especificar cuál, pero apunta que de la rama de Derecho. Desde entonces lleva una doble vida. Esta joven atiende en la Red al nombre de Diana Le Blanc: «Universitaria. Tengo 18 añitos y recibo en mi piso privado de Diego de León (Madrid)… Ven a conocerme y seguro que repites», reclama en una página de anuncios.

Diana afirma que más que para pagarse los estudios «es para vivir bien». «Con el plan Bolonia –añade– o estudias o trabajas. Las clases son presenciales y si me meto en un supermercado o en una tienda de ropa, tendría que faltar. Además, trabajaría ocho horas por 900 euros al mes. Con el sexo gano 1.200 en menos de dos semanas y así soy mi propia jefa. No me compensa otra cosa. Me saco en medio mes lo que me cuesta un año de carrera».

Su aspecto no denota opulencia ni, por supuesto, que se dedica a la prostitución. Viste jeans y camiseta oscura ancha. Desprende un perfume agradable a Escada. «Por supuesto no la utilizo con los hombres. No hay que dejar rastros», confía mientras sorbe un café con leche en una cafetería cercana a su centro de encuentros.