Video: “Miss Tanguita”, el polémico certamen de belleza infantil en Colombia

 “¡Qué horror e irresponsabilidad la de los padres!”, dicen quienes no están de acuerdo con la realización del concurso

 

 

BOGOTÁ/ EFE – La celebración del concurso de belleza para menores “Miss Tanguita”, en el que niñas de entre seis y doce años desfilan en bikini, generó hoy un escándalo en Colombia que ha provocado incluso que el Estado emprenda acciones legales contra los padres de

las menores y los organizadores del evento.

Las imágenes del polémico certamen, divulgadas en medios, muestran a las menores desfilando en este modelo de traje de baño ante la multitud que asistió al evento, celebrado este fin de semana en el municipio de Barbosa, en el departamento de Santander

La denuncia

“Miss Tanguita”, que se lleva a cabo dentro del Festival del Río desde hace tres años, permite la participación de menores previa autorización de sus padres, que serán denunciados por el Instituto Colombiano de Bienestar Familiar (ICBF).

Así lo anunció la directora del ICBF, Cristina Plazas, en Twitter, donde reveló que la institución actuará también contra los patrocinadores y organizadores del concurso, que “viola los derechos de los niños”.

“¡Qué horror e irresponsabilidad la de los padres!”, dijo la funcionaria en la red social, donde añadió: “¡Increíble que las autoridades locales incentiven este concurso aberrante! También lo podremos en conocimiento de la Procuraduría”.

concurso infantil

A la defensa del certamen solo acudió la alcaldesa de Barbosa, Rocio Galeano, quien destacó en declaraciones a la emisora W Radio el permiso paterno como prueba de la legitimidad del evento, del que dijo que no busca “inducir a las niñas a la prostitución”.

Por el contrario, destacó que la finalidad del concurso es enfocarse en un “tema de valores, donde se le enseñe a la comunidad que el cuerpo se debe respetar”.

En opinión de Galeano, las denuncias se han realizado por intereses políticos, ya que “el certamen se realiza con todas las directrices establecidas”, e invitó a Plazas a que comprobara este extremo.

La polémica sobre el papel de los menores en este tipo de concursos fue llevada al Congreso colombiano a principios del pasado año por la representante a la Cámara del izquierdista Polo Democrático Alternativo (PDA) Alba Luz Pinilla.

En aquella ocasión, Pinilla esgrimió que los concursos de belleza infantiles crean una apología a la agresión física, psicológica y mental en las niñas que participan, un debate que hoy ha vuelto a abrirse.

http://www.latarde.com/multimedia/videos/video-144785-miss-tanguita-enciende-la-polemica-en-el-pais-video

 

 

 

 

Melhor que dar de graça. Brasileira vendeu a virgindade por 600 mil euros

As meninas estão fazendo sexo mais cedo. Inclusive nas escolas onde o bulismo deita e rola. Até nas universidades acontecem estupros. No campus da Universidade Federal de Juiz de Fora, uma universitária virgem, caloura de 16 anos, foi estuprada ou currada, em abril último, e o crime encoberto pelas chamadas autoridades competentes.

Na Europa, a palavra “puta” passou a ser sinônimo de brasileira. Não é para reclamar. A nossa sociedade cristã convive na paz celestial com 250 mil prostitutas infantis, na contagem oficial da Unesco, da Polícia Federal, quando várias ONGs anunciam que são 500 mil.

Entre os adultos, a proporção de pessoas que vivem em união con-sensual passou de 28,6% em 2000 para 36,4%. O porcentual de casados no civil e no religioso caiu de 49,4% para 42,9%. Casar virgem constitui uma aberracão sexual.

Nos romances de Jorge Amado temos relatos de leilões de virgindade. Costume da elite rural da primeira metade do Século XX.

Antes da Lei Áurea, os jornais estavam repletos de anúncios tipo: vende-se escrava de boa aparência, virgem, impúbere. Idem meninos.

O Brasil continua o mesmo. País da criança soldado do tráfico, das milícias. Do trabalho infantil, permitido pela justiça. Do tráfico de crianças. Das babás crianças que, mais do que perder a virgindade, têm a infância roubada.

Toda imprensa internacional destacou: uma jovem brasileira vendeu a virgindade, em leilão, por cerca de 600 mil euros. Catarina Migliorini deverá consumar o ato a bordo de um avião, para evitar problemas legais. Veja as imagens

Até o casamento consensual tem uma motivação. Veja esta manchete venezuelana, que visa criticar o governo de Hugo Chávez:

Trabalho infantil é escravidão

A Lei do Ventre Livre do imperador Pedro II deixou de valer com a proclamação da República?
Assim parece, com a atitude desumana da justiça PPV.
O mito do Brasil cordial já não convence.

Mais de 400 mil crianças trabalham para o tráfico de sexo

Mais de 400 mil crianças trabalham para o tráfico de sexo

Juízes autorizam trabalho infantil por ignorarem a realidade

por Paulo Peres

Entre 2005 e 2010, cerca de 33 mil autorizações de trabalho foram concedidas pela Justiça para crianças a partir de 10 anos. Os juízes expediram essas autorizações sem saber, pelo menos, o que realmente está acontecendo com as crianças, diz o chefe da Divisão de Fiscalização do Trabalho Infantil do Ministério do Trabalho, Henrique Ramos Lopes, acrescentando que “se trata de uma situação ilegal, que afronta a Constituição Federal em termos de proteção integral à criança e ao adolescente”.

A legislação dispõe que o trabalho é proibido para quem tem menos de 16 anos, com exceção dos menores aprendizes. “É preocupante quando vemos um juiz, um magistrado dar uma autorização para que uma criança e um adolescente comece a trabalhar a partir dos 10 anos, com a justificativa de que sua família é pobre e, portanto, não tem condições de se sustentar. Isso é transferir para a criança a responsabilidade por cuidar da família”, afirma Henrique Lopes.

Para o Ministério do Trabalho, as autorizações judiciais não têm amparo legal, porque a Emenda Constitucional nº 20, que elevou a idade mínima para o trabalho de 14 anos para os 16 anos, está em vigor desde 1988 e, embora muitos juízes a considerem inconstitucional por ferir a cláusula pétrea que prevê o direito ao trabalho, não há qualquer declaração de que ela seja mesmo inconstitucional.

O combate e a erradicação do trabalho infantil nunca foram ligados unicamente à fiscalização, explica Henrique Ramos Lopes. “Agimos articuladamente com outras instâncias de governo. No caso dessas autorizações judiciais, a rede de proteção está se mobilizando. Temos ido ao Conselho Nacional de Justiça e ao Conselho Nacional do Ministério Público para que haja uma posição vinda de cima para orientar os magistrados e promotores. Se o CNJ entender que as autorizações são ilegais e expedir resoluções contra isso, vai nos ajudar muito”.

Estas autorizações são prejudiciais às crianças, uma vez que a maior parte das atividades em que elas se encontram é insalubre, adverte Henrique Lopes, assinalando que há muita dificuldade para realizar uma fiscalização eficiente. “Quando um fiscal chega a um local e verifica uma situação irregular, ele tem que afastar a criança dessa situação. Mas diante de uma autorização judicial, não podemos agir. Já houve casos em que tiramos fotos da situação irregular para apresentá-la ao juiz que autorizou a criança a trabalhar. Ao ver quanto o local era insalubre e prejudicial à criança, o juiz disse não ter autorizado aquilo. Vemos que juízes estão dando autorizações aos patrões sem saber o que está acontecendo com as crianças”.

A única explicação técnica para este crescimento do número de autorizações pode ser o período em que a economia nacional cresceu, porque os estados das regiões Sul e Sudeste são os que apresentam o maior número de casos, informa Henrique Lopes, assinalando:”Contudo, o aumento é constante e nos preocupa, principalmente, porque deixou de ser um problema localizado e passou a atingir todas as unidades da Federação”. (Transcrito da Tribuna da Imprensa)