Qual foi a primeira cena de sexo no cinema?

Hoje em dia é comum vermos cenas de sexo no cinema e até em novelas em horário da tarde, principalmente depois dos filmes “Ninfomaníaca” e “50 tons de cinza”, que causaram furor em todas as idades.

Mas afinal, qual foi a primeira cena de sexo do cinema comum, excluindo a industria pornográfica?

Antes de falar o filme é necessário saber um pouco do diretor que quebrou tabus: Gustav Machatý nasceu em 1901 em Praga. Diretor de 17 filmes e roteirista de outros 10, ele era um apaixonado pelo erotismo, unindo-o ao amor e fúrias de suas histórias. Suas imagens são ousadas e quebraram muitos tabus da época.

Ecstasy, de 1933, é um filme parcialmente falado e estrelado por um atriz austríaca de 18 anos, Hedy Lamarr. Duas cenas em particular causaram a sensação de desejo, erotismo e sexo no filme.

Uma delas mostra Lammar nadando nua em um lago (imagine isso em 1933!) e a outra é considerada a primeira cena de sexo do cinema, ou como alguns preferem dizer “primeira representação de relações sexuais em filme não-pornográfico”.

A câmera não mostra cenas explícitas e fica focada apenas no rosto de Lammar, que tem expressões de prazer e espasmos de excitação – aliás, a primeira cena de sexo do cinema é também a primeira representação do orgasmo feminino no cinema.

Um marco para a história do cinema e para a sexualidade humana!!

Assistam ao vídeo (cruzando os dedos para não sair do ar). In Sensualise Moi

VEJA 11 MOTIVOS QUE PODEM TE IMPEDIR DE TER ORGASMO

Estar relaxada e conhecer a anatomia de seu corpo são pontos super importantes

por Matita Iazzetta


Se você é mulher, sabe que atingir o orgasmo é algo bem difícil. Apesar de muitas fingirem, a realidade é que existe uma grande porcentagem da mulherada que nunca gozou na vida.

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Confira 11 motivos que podem estar impedindo, relaxe e goze:

1) Não estar excitada o suficiente

Sexo não é algo mecânico como aparenta ser nos filmes pornôs. É algo que vai acontecendo e esquentando. No caso das mulheres, pular etapas é o principal fator que as leva a não conseguir atingir o orgasmo. A dica é caprichar – e muito – nas preliminares, para na hora da penetração, a mulher estar bem lubrificada e com gostinho de quero mais.

2) Problemas emocionais

Diferente dos homens, a maioria das mulheres não vê o sexo como algo físico. O emocional é o principal fator de todos. Se ela está com problemas no trabalho, deprimida ou ansiosa, com certeza o seu desempenho sexual não será o mesmo, o que pode dificultar o orgasmo.

3) Não conhecer o seu corpo

Você nunca se masturbou? Então não reclame, afinal, como você espera que alguém conheça o seu corpo, se nem você entende direito sua anatomia? Além de ser uma delícia, a masturbação facilita muito na hora da relação sexual, afinal, fica mil vezes mais fácil de você saber do que gosta e o que te estimula.

4) Problemas hormonais

Diversos problemas de saúde podem prejudicar o orgasmo da mulherada. Os principais são os que afetam a tireóide, diabetes e menopausa.

5) Insegurança

Aquele papo de que problemas emocionais afetam a relação sexual é verdade, e no caso de uma pessoa insegura com seu corpo ou qualquer outra coisa, ainda mais. Se você não estiver se sentindo bem consigo mesma, o orgasmo não vai dar às caras tão fácil. Se ame, antes de amar outra pessoa : )

6) Parceiro não compatível

Sim, existe essa história de compatibilidade na cama. Se às vezes um beijo não bate com o de outra pessoa, imagina o sexo? São muitos fatores que podem tornar a experiência ruim, não se culpe.

7) Tipo bife – risos

Não existe coisa pior que mulher bife… Sabe aquele tipo que deita na cama e parece que está morta e ainda por cima espera que o homem faça todo o serviço sozinho? Gozar assim é impossível, gata.

8) Pressa

“A pressa é inimiga da perfeição”, precisa falar mais alguma coisa? Quanto mais fixada você ficar na ideia que precisa gozar, menos vai conseguir.

9) Falta de concentração

Sim, você precisa se concentrar para gozar. Quer dizer, na real você precisa ou não pensar em nada ou pensar em coisas que te dão mais tesão.

10) Vergonha/desconforto

É a mesma pegada de estar se sentindo insegura: se você tem vergonha do seu parceiro, ou ainda não tem intimidade e se sente desconfortável, vai ser BEM difícil você conseguir se soltar e ter um orgasmo dos bons.

11) Pílulas anticoncepcionais

Algumas mulheres sofrem alteração em seu apetite sexual pelo fato de algumas pílulas conterem estrogênio – aumenta a testosterona no sangue e pode afetar a libido.

La peau : un organe à orgasm

Nossa pele contém 600 mil receptores sensoriais de toque que funcionam como neurônios

A pele é capaz de pensar antes que o cérebro 

A nossa vida consciente é tocar em primeiro lugar …

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orgasmo

AGNÈS GIARD


Notre peau contient 600 000 récepteurs sensoriels du toucher qui fonctionnent comme des neurones. Pour Clément B, scientifique et masseur de métier, il existe une forme ignorée d’intelligence épidermique. Clément anime fin août – au festival Erosphère – un atelier d’initiation cutanée.

La peau est un organe. C’est même l’organe le plus grand et le plus visible de notre corps : sa surface déployée atteint 1,8 mètre carré et les récepteurs qui s’y superposent en font un véritable terrain de bataille sensoriel. Pourtant, personne ne s’y attarde. Sur le plan sexuel, en tout cas, la peau n’est pas considérée comme une zone capable de faire jouir. «Grave erreur», s’insurge Clément qui affirme qu’un simple massage peut provoquer l’équivalent d’un maelström, dépassant en puissance les effets d’un orgasme réflexe. «Je n’éjacule pas, explique-t-il. Mais il y a certainement jouissance c’est-à-dire qu’une sensation extrêmement forte emplit la totalité de mon corps, suivie d’un sentiment de plénitude et d’apaisement…».

Clément affirme qu’il est capable d’entrer en transe par simple massage. «Lorsqu’on me caresse, les frissons sont tout d’abord puissants mais assez localisés. Petit à petit ces zones réactives s’étalent, de doux frissons m’envahissent. Ils s’amplifient et muent en vagues de spasmes qui font onduler tout mon corps…». Clément est lui-même capable de reproduire d’étonnantes sensations, rien que du bout des doigts, parfois en soufflant sur la peau, ou en y promenant – avec précision – glaçons, rubans, plumes ou stylet. «A 6 ans, j’étais le prototype de l’enfant tactile», dit-il. Mais c’est plus tard, adolescent qu’il découvre ce qu’il appelle «la puissance de “La“ caresse» : lorsque des amies le frôlent, lui est secoué de spasmes qu’il essaye à son tour de transmettre, en se spécialisant. Il suit une formation à l’institut Figari, part en Thaïlande pour s’initier au nerve touch puis collabore à Erosphère – «festival participatif des créativités érotiques» – au sein duquel il anime, du 27 au 30 août 2015, un atelier «Caresses et Frissons».

Son but est d’aider les gens à prendre conscience de leur peau. Son atelier peut accueillir jusqu’à 40 personnes. Pendant deux heures, il s’agit avec lui d’aiguiser son sens de la perception cutanée et de comprendre qu’il y a certainement moyen de créer ou faire durer le plaisir en n’usant que ses mains… «De la simple et agréable sensation de caresse à la mystérieuse secousse incontrôlable, entre spasmes et frisson orgasmique», Clément espère transmettre un message simple : toucher une personne, c’est toucher son coeur.

«Les zones génitales ne représentant que 10 % de notre surface de contact avec l’extérieur, alors que la peau, elle…». Dans ses parties les plus richement innervées, la peau nous bombarde de micro-sensations : variations de températures, souffle d’air, effleurement, picotement… Rien n’échappe notamment aux doigts, dont la pulpe possède 2500 récepteurs par centimètre carré. «La peau, dit Clément, est un organe à ce point complexe qu’on lui prête même une intelligence.» Il cite un article de Sciences et Avenir qui l’a profondément marqué : «La peau est capable de penser avant le cerveau». Les neurones de la peau extraient et traitent directement des données. On pensait que seuls les neurones du cerveau en étaient capables… Il y a donc dans notre tissu cutané des milliards d’informations qui circulent, comme dans une matière grise. Notre vie consciente est d’abord tactile…

Pourtant, ce n’est pas dans les paumes des mains, ni dans le visage, ni dans la nuque, ni dans le creux du coude, du genoux ou des aisselles que la plupart des gens vont chercher leur bonheur. La peau ne les intéresse pas sur le plan sexuel. Les Occidentaux focalisent sur les parties qui permettent de distinguer le mâle de la femelle, comme s’il était plus important de jouir par là où l’on se reproduit.

«En Occident, procréation et sexualité sont si étroitement associés qu’il est normal pour un gynéco de demander : “De quand date votre dernière relation ?“, comme si la relation ne pouvait avoir lieu que par introduction d’un pénis dans un vagin… Cette vision des choses appauvrit notre champ d’exploration… réduit nos possibilités de jouissance… C’est tellement réducteur de penser que la sexualité se limite au jeu du piston ! J’aimerais donner envie d’aller explorer le reste.» Pour Clément «le sens du toucher est resté trop longtemps en jachère ; nous n’avons pas pris le temps collectivement d’explorer sa puissance et ses subtilités». Pour en savoir plus

Dia Mundial do Orgasmo, Festa de Rico

No Dia Mundial do Orgasmo, dia 3l de julho, comemorado sexta-feira última, pelas elites, marajás e Marias Candelária, o portal da Editora Degustar transcreveu:

“O orgasmo é o momento de maior prazer sexual que uma pessoa tem durante o sexo, ou ainda durante a masturbação. Ele pode ser experimentado tanto por mulheres como também por homens, e dura apenas alguns segundos.

Algumas redes de sex shops da Inglaterra criaram informalmente o Dia Mundial do Orgasmo. Estes estabelecimentos realizaram pesquisas com o público, onde foi revelado que 80% das mulheres inglesas não atingem o clímax durante o sexo.

O Dia Mundial do Orgasmo é comemorado em 31 de julho em diversos países. No Brasil, por exemplo, 30% das mulheres confessaram não ter orgasmos, 35% que têm alguma dificuldade de sentir desejo e 21%, que sentem dor na relação sexual. Claro que esses não são números isolados. A mesma mulher pode manifestar os três sintomas simultaneamente e isso perfaz 49%, mas aproveitando a data comemorativa, pensar na intimidade e suas potencialidades para a busca do prazer pode ser uma boa pedida.”

(Fonte: Dra. Carmita Abdo é médica, professora de psiquiatria e coordenadora geral do ProSex, Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo)

orgasmo

O orgasmo depende de tempo. O trabalhador brasileiro, terceirizado, não tem tempo para descanso, lazer, para cuidar das crias. Trabalha oito, dez horas por dia. Gasta horas preso dentro de um ônibus para ir trabalhar e voltar para a casa miserável, que reside no cu do mundo.

A famosa rapidinha, uma vez por semana, ou a cada mês, não faz ninguém feliz. Trepa bem quem tem tempo, dinheiro e saúde.
Uma deputada constituinte governista no Equador propôs que o direito das mulheres à felicidade sexual seja garantido pela lei do país. A questão não é criar uma lei do orgasmo.

Com o rasga da CLT, o trabalhador brasileiro tem vida de escravo.
Nas senzalas existia o negro reprodutor. O trabalho dele era fazer menino. Não pegava no pesado. Pegava sim as meninas virgens prontas para procriar. O tempo dele era maneiro

Escreve Walter Passos: “O reprodutor, sempre um escravizado forte e de boa saúde era tratado diferentemente da escravaria. Não realizava trabalho pesado, era bem alimentado e dispunha de muitas horas para o descanso. Era o mais cobiçado e valioso”.

reprodutor

– Você não sentia pena das escravas?
João olha-me como se eu fosse alguém tão distante da escravidão, que não consegue entender o mundo das senzalas.
– Por que ia sentir? Nos tava lá para isso, para reproduzir. O fazendeiro precisava de negrinho pra levar na feira.

– O barão de Guaraciaba deixava descendentes dele serem vendidos em feiras?
– Não fui reprodutor na fazenda do meu avô. Saí de lá com dezessete anos: meu pai me deu pra dom Pedro II e fui morar em Petrópolis. Quando tinha 23 anos, dom Pedro II me presenteou ao barão do Rio Branco. Fui morar na Fazenda dos Correia, do barão do Rio Branco, também em Petrópolis. Foi lá que comecei o trabalho de reprodutor.

– Você disse que as escravas ficavam trancadas com você durante um mês. E depois?
– Depois que tavam enxertadas, iam trabalhar: umas na roça, outras na cozinha, em qualquer serviço.

– E você?
– O fazendeiro me mandava tomar um pouco de ar. Eles era branco, mas era bom.

J. M. Rugendas, Escravos numa fazenda

J. M. Rugendas, Escravos numa fazenda

O salário mínimo do Brasil do ano 2015 trabalha mais que um escravo antes da Lei dos Sexagenários (1885)?

O escravo era uma peça cara, cujo desgaste, doença ou morte custava caro para o dono.

Quanto vale, para o patronato, um trabalhador hoje?

Quem tinha mais tempo livre para o amor, o trabalhador escravo ou o trabalhador terceirizado?

Presa por demasiado barulho durante sexo

Jovem foi condenada a duas semanas de prisão

sexo zoada

Gemma Wale, de 23 anos, foi condenada a duas semanas de prisão pelo tribunal de Birmingham, no Reino Unido, por fazer demasiado barulho durante as relações sexuais. Os vizinhos sentiam-se incomodados com o ruído da jovem há vários meses. Queixaram-se à polícia e, em janeiro, a jovem recebeu uma ordem judicial para controlar o barulho. Como Gemma não cumpriu a ordem judicial, a juíza Emma Kelly aplicou-lhe uma pena de duas semanas de prisão. “A Gemma começava a gritar tanto enquanto tinha sexo que nos acordava”, explicou um dos vizinhos, citado pelo site ‘News.com.au’. Por C.C. In Correio da Manhã. Portugal

Proibir fazer sexo na intimidade de um quarto, de porta e janela fechadas, um abuso. Toda mulher tem o direito ao orgasmo. O direito de ser feliz. Indecente é o PSDB realizar panelaço nas varandas dos prédios de luxo, depois das 21 horas. Toda manifestação política é um direito do povo em geral. A imoralidade está na apologia do retorno da ditadura. Coisa do demo e da extrema-direita. O nazismo é a morte da liberdade. Da democracia.