La historia de las supersticiones más conocidas del mundo

A pesar de todos los avances en ámbitos de la ciencia, salud, tecnología, las supersticiones no han perdido su lugar, siendo parte importante de la visa de algunas personas.

Las personas, desde la época de la Edad Media, tienen a hacer cualquier cosa para protegerse “del mal”. Es por esto que existen las supersticiones, palabra que proviene del latín y significa “estar de pie sobre el cadáver de tu enemigo”.

Algunas de ellas han traspasado las fronteras y se han vuelto mundialmente conocidas.

Conoce las seis más comunes y conocidas.

1.- Romper un espejo: El inicio de esta creencia es que en tiempos antiguos se creía que el espejo, el agua, y la apariencia de una persona reflejaban el alma, por lo que romperlo significaba hacerse un daño a sí mismo.

2.- Tocar madera: Esta superstición viene de la cultura antigua celta, producto de su culto a la naturaleza. Tocando madera la persona podía evitar la mala suerte.

3.- Gato negro: A diferencia de la cultura egipcia que adora a los gatos, los europeos en la época medieval aseguraban que las brujas se transformaban en gatos negros para poder escapar y seguir haciendo maldades.

4.- Martes 13: No viajes ni te embarques, ese es el refrán para la fecha que muchos consideran como un mal augurio o mala suerte. Se cree que este es el día más peligroso del año, basándose desde la Biblia hasta antiguas derrotas militares. Pero la más conocida se asocia a la última cena de Jesús, debido a esto se cree que si se sientan a cenar 13 personas en una mesa, una de ellas morirá antes de que termine el año.

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5.- Derramar sal: También tiene que ver con la última cena de Cristo. Según muestra una obra de Leonardo da Vinci. Durante la cena Judas Iscariote derramó sal mientras se apartaba de Jesús (en la antigüedad el cloruro de sodio se considera símbolo de amistad) por lo que volcarla significa traicionar la confianza.

6.- Pasar debajo de una escalera: Esta superstición tiene un origen cristiano. Una escalera apoyada en la pared forma un triangulo, por lo que se asocia a la Santísima Trinidad, y atravesarlo significaría atraer al demonio.

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muro

O amor não tem muro que separe. O verdadeiro amor vence o tempo e o espaço. Não tem essa obrigação ou lei ou costume de ser da mesma tribo, da mesma cor, da mesma faixa etária, da mesma classe social, da mesma religião, do mesmo gênero e outros mesmismos. O amor é livre.
Talis Andrade

 

A TECNOLOGIA SEPARA AS PESSOAS?

Depende de como é usada. Em poucas semanas no face, reencontrei amigos, me aproximei de muitas pessoas que admiro, fiz centenas de novas amizades. Ontem, que para mim ainda é hoje, pois só chego amanhã (trabalhando, registre-se) recebi aqui tantas manifestações de carinho, tantas palavras bonitas, tantos incentivos que posso dizer foi o aniversário mais curtido da minha vida (desculpem o trocadilho, foi sem querer).
Viva a tecnologia que aproxima as pessoas.
Graças à internet, você só é uma ilha se quiser.
José Nivaldo Júnior

 

Todos os amigos são especiais, os de ontem, os de hoje, os de sempre.
Amigos de longa data, amigos feitos numa troca de olhar ou e mail.
Amigos cujas palavras soam como torrões de açúcar ou como trovoadas.
Amigos que partiram, amigos que sucumbiram as vicissitudes da vida…
A todos os amigos o meu bem querer, que ele jamais se esgote.
Núbia Nonato

 

MEDIDA

A medida do amor é ser deserto

e retomar a ausência inicial

de parte da memória devorada

do inconsciente profundo

axial

porque o real do amor é fragmentar-se

No decorrer do ciclo indefinido

em espirais do tempo diluído

à lembrança inconsútil

desvelar-se

Terêza Tenório

 

para-estar-junto

 

metaplágio para mítienka, em lugar de carta

enamorei-me

parece fizemo-nos sofrer mutuamente
mas tudo acabou. saindo
rebentei em riso e ainda
agora penso nisso muito alegremente

mas como podia eu saber
que não queria nenhum pouco?

é entretanto a pura verdade

como gostava e gozava tal amor!
como lhe quero bem ainda!
parto sem pesar! ah que saudades eu sinto!
mas talvez isso seja fanfarronice minha

há tanto tempo que te amo
talvez… não fosse amor […]

Nina Rizzi

 

Nina Rizzi, por Talis Andrade

Nina Rizzi, por Talis Andrade

Chão de Estrelas
Minha vida era um palco iluminado
Eu vivia vestido de dourado
Palhaço das perdidas ilusões
Cheio dos guizos falsos da alegria
Andei cantando a minha fantasia
Entre as palmas febris dos corações
Meu barracão no morro do Salgueiro
Tinha o cantar alegre de um viveiro
Foste a sonoridade que acabou
E hoje, quando do sol, a claridade
Forra o meu barracão, sinto saudade
Da mulher pomba-rola que voou
Nossas roupas comuns dependuradas
Na corda, qual bandeiras agitadas
Pareciam estranho festival!
Festa dos nossos trapos coloridos
A mostrar que nos morros mal vestidos
É sempre feriado nacional
A porta do barraco era sem trinco
Mas a lua, furando o nosso zinco
Salpicava de estrelas nosso chão
Tu pisavas os astros, distraída,
Sem saber que a ventura desta vida
É a cabrocha, o luar e o violão
Sílvio Caldas

 

 

 

 

DUAS MULHERES

de Talis Andrade

 

 

O diadema te dá uma aparência de madona

como nas gravuras medievais

O diadema que realça o louro dos teus cabelos

te empresta um jeito de menina hippie

despreocupada e descalça

 

A menina conhece todos os caminhos

A madona fica presa em casa

esperando acordada

Tem de abrir a porta

para a menina andarilha

que vem ouvir música pop

A madona fica presa em casa

pensando nas mil desculpas

que tem de dar pela menina

nas mil desculpas

que tem de dar para a menina

 

Às vezes a madona deseja

o tempo corresse

matando a menina

desde que ficasse

no corpo da menina

desde que ficasse

com o corpo da menina

 

A menina desconfia da trama assassina

e dissimula o medo

cantarolando tangos e boleros

transbordantes de nostalgia e cerveja

pondo a madona em sossego

como uma gata

uma gata ressonando

no predileto e morno

recanto de uma casa

 

 

Ilustração: Retrato de Lucrécia Borgia. Desenho de Leonardo da Vinci

In livro Romance do Emparedado, p. 128