Grécia é o primeiro destino dos refugiados que cruzam o Mediterrâneo

A Grécia foi o ponto de chegada de cerca de 125 mil refugiados e migrantes que arriscaram a vida no Mediterrâneo este ano. Longe de estar preparado para um acolhimento desta dimensão, o governo reúne hoje para tomar medidas de emergência. O Syriza quer mais apoio às redes de solidariedade auto-organizadas que têm dado a resposta mais eficaz no apoio aos refugiados.

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As Nações Unidas estimam que aproximadamente 224.5 mil pessoas atravessaram o Mediterrâneo rumo à Europa. As ilhas gregas foram o ponto de chegada para quase 124.2 mil refugiados e migrantes, a Itália para 98.5 mil, Espanha para 1.7 mil e Malta recebeu 94 pessoas, segundo os dados oficiais destes países.

Até ao início de agosto, o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados, presidido pelo português António Guterres, estimava em 2100 o número de mortos e desaparecidos durante as travessias do Mediterrâneo.

A Síria é o ponto de partida e nacionalidade de dois terços dos refugiados que conseguiram chegar à Grécia. Segue-se o Afeganistão (20%) e o Iraque (5%).

Francisco: “Eu vivo em Roma e no inverno faz frio. Aconteceu muito próximo ao Vaticano, um idoso que morreu de frio. Isso não foi notícia nos jornais diários: um pobre que morre de fome e frio. Contudo se todas as bolsas econômicas caem um ou três pontos é um desastre mundial”

Papa fala sobre o papel fundamental da educação à cidadania 

Em seu terceiro dia de visita à América Latina, Papa Francisco encontrou-se com membros de escolas e universidades

por Letícia Barbosa

Na tarde desta terça-feira, o Papa Francisco encontrou-se com alunos e professores representantes do mundo estudantil e universitário na Pontifícia Universidade Católica de Quito, no Equador.

Ao chegar no local, o Sumo Pontífice foi recebido por uma multidão que o aguardava. Como de costume, o Pontífice abençoou e cumprimentou os presentes.

O encontro teve início com a saudação do bispo da cidade de Loja, monsenhor Alfredo José Espinoza Mateus, seguido do testemunho de uma jovem e da saudação de uma professora e o Reitor da Universidade, sendo encerrado com uma oração e troca de presentes.

Papa discursando ao mundo estudantil e universitário

Papa discursando ao mundo estudantil e universitário

Em seu discurso, o Santo Padre convidou os educadores a desenvolver um espírito “crítico, livre, capaz de cuidar do mundo atual”. Ainda questionou se o grau universitário tem sido visto não só como ascensão social ou econômica, mas como sinal de maior responsabilidade perante os problemas da sociedade atual diante do cuidado com os necessitados e o meio ambiente.

“Os nossos centros educativos são uma sementeira, uma possibilidade, terra fértil que devemos cuidar, estimular e proteger. Terra fértil, sedenta de vida”, frisou o Papa.

Durante a reflexão, o Santo Padre abriu mão do discurso para enfatizar e chamar a atenção ao que tem sido valorizado e prezado pela sociedade.

“Eu vivo em Roma e no inverno faz frio. Aconteceu muito próximo ao Vaticano, um idoso que morreu de frio. Isso não foi notícia nos jornais diários: um pobre que morre de fome e frio. Contudo se todas as bolsas econômicas caem um ou dos três pontos é um desastre mundial. Pergunto: onde está seu irmão? Peço a todos que façam essa pergunta, onde está seu irmão?”, afirmou Francisco.

Ao dirigir-se aos jovens, o Santo Padre questionou-os ao falar que o tempo para os estudos não é somente um direito, mas um privilégio.

“As comunidades educativas têm um papel fundamental, essencial na construção da cidadania e da cultura. Como Universidade, como centros educativos, como professores e estudantes, a vida desafia-vos a responder a esta pergunta: Para que precisa de nós esta terra? Onde está o teu irmão?”, disse o Sucessor de Pedro.

Comienza juicio en Italia por el Plan Cóndor

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Este jueves se dio inicio en Roma al juicio por la desaparición de 23 personas de origen italiano durante los años 70 y 80 en distintos países de América Latina. Las víctimas fueron secuestradas en el marco del Plan Cóndor, perpetrado por las dictaduras de Argentina, Uruguay, Paraguay, Brasil, Bolivia, Perú y Chile.

Conocido en Italia como “Proceso Cóndor”, la primera audiencia del juicio se llevó a cabo en en el aula búnker de la prisión romana de Rebibbia. El proceso estará a cargo de la jueza Evelina Canale y su colega Paolo Colella, mientras que la acusación recae en el fiscal Giancarlo Capaldo, que lleva más de una década investigando en la causa.

Los 32 acusados se componen de 11 antiguos miembros y funcionarios de la junta militar chilena, uno de Bolivia, cuatro de Perú y 16 uruguayos. 12 de ellos se encuentran actualmente en prisión por otros procesos seguidos en su respectivos países relacionados también con la Operación Cóndor.

Entre los más destacados aparecen el exministro boliviano del Interior, Luis Gómez Arce, el exjefe de la DINA (secretaría de inteligencia chilena), Guillermo Sepúlveda Contreras, y el expresidente peruano, Francisco Morales Bermúdez.

La mayoría de los imputados rechazó declarar personalmente o mediante videoconferencia, por lo que se les asignó un abogado de oficio. El único acusado residente en Italia es el exmilitar uruguayo de 67 años Jorge Néstor Troccolli, quien asistió a la sala del juicio, junto a sus abogados Severio Gruzzo y Anna Scifoni.

Se estima que la duración de este proceso en primera instancia llevará aproximadamente un año, tal y como explicó recientemente el fiscal a la agencia EFE.

Hay que recordar que el Plan Cóndor fue ideado originalmente por el general chileno Augusto Pinochet y que coordinó la represión de la oposición política en las décadas de 1970 y 1980 por parte de los regímenes dictatoriales de Chile, Argentina, Brasil, Paraguay, Uruguay y Bolivia.

En ese marco unas 50 mil personas fueron asesinadas, 30 mil se cuentan como desaparecidas y 400 mil fueron encarceladas. Las investigaciones sobre el asesinato y/o desaparición de 23 italianos en aquella época se iniciaron en 1999 con la presentación de acusaciones por parte de los familiares de las víctimas a un tribunal italiano.

Parliamo di poesie Poeti

Poeti italiani e stranieri per questi consigli di lettura. Silvia Bre, Gianni d’Elia, Amelia Rosselli, Costantino Kavafis, Carlos Sanchez.

 

Carlos Sanchez

“Aprile è il mese più crudele, genera Lillà dalla terra morta, mescola Memoria e desiderio, Stimola Le sopite radici con la pioggia primaverile”. Questo è l’incipit del poema di Eliot La terra desolata. Ora direte… noooo la poesia nooo!!! E invece, contro ogni logica di consumo che ritiene sempre inadatta la lingua poetica al mondo dei comuni mortali (soprattutto se web-utenti) voglio consigliare, in questa occasione, alcuni libri di poesia. I motivi sono due. Il primo è dato dal fatto che molti sono quelli che tramite twitter, facebook e gli altri social utilizzano i loro profili per citare, spesso con risultati grotteschi e ricchi di deprimenti errori, i grandi poeti del passato e del presente.

Analizzando un pochino il web i più abusati sono nell’ordine: Alda Merini, Pierpaolo Pasolini e Charles Baudelarie. Di questi autori, complessi, impegnati, controversi e vissuti “in direzione ostinata e contraria” (per citare un altro poeta gettato troppo spesso in pasto alla lettura decontestualizzata del web) facebook riporta spesso foto stile santino con alcune frasi buttate lì a caso che spesso tolgono profondità e valore al pensiero da loro espresso e vissuto. Per fare un po’ di giustizia, cercherò in questo post, di segnalare alcuni libri di poesia, passata e presente, che secondo me, possono essere belli da leggere, rileggere, assaporare.

Gli Italiani. Popolo di santi poeti e navigatori. Ora, dati i tempi duri, santi se ne vedono pochi, e la parola navigatore farà venire in mente ai più i famigerati sistemi gps immancabili anche nel più semplice degli smartphone; tuttavia poeti che ne sono ancora, viventi per giunta! Sì, signori esistono ancora alcuni nostri compatrioti che scrivono poesie e addirittura ne scrivono di belle. La prima che vi segnalo è Silvia Bre, poetessa (che mi fu consigliata tempo fa da una amica lettrice) autrice del volume Marmo. Accanto a questa autrice poi vi segnalo un altro vivente (certo che è strano doverlo specificare così), Gianni D’Elia, di cui mi fa piacere segnalare il lavoro edito da Sigismundus nel 1977. A questi aggiungo un’autrice scomparsa non tantissimo tempo fa, Amelia Rosselli, di cui consiglio caldamente il meridiano L’opera poetica.

Il panorama estero è ancora più complesso. Le ragioni sono diverse. Innanzi tutto leggere la poesia tradotta è sempre simile a mangiare una fiesta con ancora la carta intorno, poi trovare anche testi in lingua è un’impresa… tuttavia segnalo con piacere alcune raccolte che possono a mio avviso ovviare al problema trattandosi di libri con il testo a fronte capaci quindi di aiutare i lettori a sentire un po’ la musica della lingua d’origine senza essere penalizzati dalla non perfetta comprensione. In questo caso vi segnalerò autori contemporanei anche ormai scomparsi. Primo autore:Costantino Kavafis. Sì lo so è morto nel 1933 ma era greco e le sue poesie sono così attuali da sembrare scritte oggi. Una su tutte: Aspettando i barbari, nella versione letta da Vittorio Gassman e Itaca letta da Vinicio Capossela.

In secondo luogo vi segnalo una poetessa che sebbene a lungo dimenticata è tornata in auge proprio grande ai mezzi di comunicazione di massa, a dimostrazione che a volte anche questi famigerati cattivi maestri sono utili. L’autrice è laSymborska di cui però non cito il libro segnalato da Saviano nella ormai storica puntata di Che tempo che fa, ma l’ultima raccolta: Due punti. Infine voglio indicarvi un autore vivente, italiano e straniero insieme e che, se non bastasse, è anche un amico: Carlos Sanchez e la sua ultima raccolta Tutto scorre come un fiume.

E i vostri poeti chi sono? Scrivetemi all’indirizzo info@bibliodiversita.it 

Vide videos

http://www.youtube.com/watch?v=cMJft16m5FU

 

Não existem indignados. O brasileiro vai bem, obrigado

Existem movimentos de indignados na Europa. No Brasil não tem disso não. Parece que tudo vai bem para quem recebe a esmola do bolsa família. Para quem ganha o mínimo do mínimo como salário, pensão ou aposentaria. E para a classe média do salário base.

Lá na Itália tem o movimento dos indignados:

Noi siamo gente comune. Siamo come te: gente che si alza ogni mattina per studiare, per lavorare o per trovare lavoro, gente che ha famiglia e amici. Gente che lavora duramente ogni giorno per vivere e dare un futuro migliore a chi ci circonda.

Alcuni di noi si considerano più progressisti, altri più conservatori. Alcuni credenti, altri no. Alcuni di noi hanno un’ideologia ben definita, alcuni si definiscono apolitici… Ma tutti siamo preoccupati e indignati per il panorama politico, economico e sociale che vediamo intorno a noi. Per la corruzione di politici, imprenditori, banchieri … Per il senso di impotenza del cittadino comune.
Questa situazione fa male a tutti noi ogni giorno. Ma se tutti ci uniamo, possiamo cambiarla. È tempo di muoversi, è ora costruire insieme una società migliore. Perciò sosteniamo fermamente quanto segue:

* Le priorità di qualsiasi società avanzata devono essere l’uguaglianza, il progresso, la solidarietà, la libertà di accesso alla cultura, la sostenibilità ecologica e lo sviluppo, il benessere e la felicità delle persone.
* Ci sono diritti fondamentali che dovrebbero essere al sicuro in queste società: il diritto alla casa, al lavoro, alla cultura, alla salute, all’istruzione, alla partecipazione politica, al libero sviluppo personale, e il diritto di consumare i beni necessari a una vita sana e felice.
* L’attuale funzionamento del nostro sistema economico e di governo non riesce ad affrontare queste priorità e costituisce un ostacolo al progresso dell’umanità.
* La democrazia parte dal popolo (demos = popolo, cràtos = potere) in modo che il potere debba essere del popolo. Tuttavia in questo paese la maggior parte della classe politica nemmeno ci ascolta. Le sue funzioni dovrebbero consistere nel portare la nostra voce alle istituzioni, facilitando la partecipazione politica dei cittadini attraverso canali diretti e procurando i maggiori benefici alla società in generale, non per arricchirsi e prosperare a nostre spese, mentre si dà cura solo dei dettami dei grandi poteri economici e si aggrappa al potere attraverso una dittatura partitocratica capeggiata dalle inamovibili sigle del partito unico bipartitico del PPSOE.
* L’ansia e l’accumulazione di potere in poche mani crea disuguaglianza, tensione e ingiustizia, il che porta alla violenza, che noi respingiamo. L’obsoleto e innaturale modello economico vigente blocca la macchina sociale in una spirale che si consuma in se stessa arricchendo i pochi e precipitando nella povertà e nella scarsità il resto. Fino al crollo.
* La volontà e lo scopo del sistema è l’accumulazione del denaro, che ha la precedenza sull’efficienza e il benessere della società. Sprecando intanto le risorse, distruggendo il pianeta, creando disoccupazione e consumatori infelici.
* I cittadini fanno parte dell’ingranaggio di una macchina destinata ad arricchire una minoranza che non sa nulla dei nostri bisogni. Siamo anonimi, ma senza di noi tutto questo non esisterebbe, perché noi muoviamo il mondo.
* Se come società impariamo a non affidare il nostro futuro a un’astratta redditività economica che non si converte mai in un vantaggio della maggioranza, saremo in grado di eliminare gli abusi e le carenze di cui tutti soffriamo.
* È necessaria una Rivoluzione Etica. Abbiamo messo il denaro al di sopra dell’Essere umano mentre dovremo metterlo al nostro servizio. Siamo persone, non prodotti sul mercato. Io non sono solo quel che compro, perché lo compro e a chi lo compro.

Per tutto quanto sopra, io sono indignato.

Credo di poterlo cambiare.

Credo di poter aiutare.

So che insieme possiamo.

Esci con noi. È un tuo diritto.