Francisco lanzó ayer en Santa Cruz un histórico pedido de perdón a nombre de la Iglesia, por los crímenes cometidos contra indígenas durante la conquista de América

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Francisco lanzó ayer en Santa Cruz un histórico pedido de perdón a nombre de la Iglesia, por los crímenes cometidos contra indígenas durante la conquista de América, en una jornada marcada por su apoyo a reivindicaciones sociales, que lo llevaron a ser llamado “papa revolucionario”.

El Pontífice cerró el segundo día de visita en Bolivia con su participación en la II Cumbre Mundial de los Movimientos Populares. Bromista y alegre por momentos, y enérgico en otros, el Obispo de Roma pidió ser escuchado con atención cuando abordó el tema, en un país de mayoría indígena, por un hecho ocurrido hace más de 500 años.

“Quiero decirles, quiero ser muy claro, como lo fue San Juan Pablo II: pido humildemente perdón, no sólo por las ofensas de la propia Iglesia sino por los crímenes contra los pueblos originarios durante la llamada conquista de América”, dijo el papa ante una multitud que lo aplaudió enardecida.

 

PAPA en Santa Cruz

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Jóvenes 2

 

Um amor vermelho a três

Lenin, Krupskaya e Inessa, um amor a três, que começou no exílio, em Paris, e terminou no Kremlin.

Em 1894, Lenin conheceu Nadezhda Konstantinova Krupskaya.

Descreve William A. Henkin: Um ano mais velha do que Lenin, atraente, mas de ar severo, com o cabelo preso para trás, Krupskaya já era uma marxista ativista.

Lenin foi exilado para a Sibéria em 1897 e no ano seguinte Krupskaya também foi sentenciada a trës anos de exílio, tendo pedido permissão para passar esse tempo com o noivo – Lenin. O governo concedeu-lhe o pedido sob condição de o casal se casar imediatamente, o que foi feito, em 22 de julho de 1898.

Lenin conheceu Inessa em 1909, já quarentão. Inessa Armand era casada com Aleksandr Armand, um rico industrial de Moscou. Depois de 9 anos de casamento, fugiu com Vladimir Armand, irmão do marido, com quem teve o quinto filho  (os demais 4 filhos eram do marido Aleksandr). Seu segundo marido morreu tuberculoso, deixando  Inessa sozinha com os 5 filhos.

Há que acredite que este quinto filho seria de Lenin.

Inessa era uma revolucionária bolchevique, que foi várias vezes presa. Em 1917, Lenin e Inessa chegam, juntos, a Moscou.

Escreve Robert Payne, biógrafo de Lenin: Krupskaya não apenas não desaprovou a nova ligação de Lenin, como parece tê-la recebido bem. Ela realmente admirava Inessa, gostava de estar com ela e adorava seus filhos.

Os três moraram juntos.

Inessa morreu de tifo em 1922.

A bolchevique Alexandra Kolontai declarou que Lenin não conseguiria ssobreviver a Inessa Armand. “Em 1922, quando trouxeram o corpo dela do Cáucaso, e caminhamos no cortejo fúnebre, Lenin estava irreconhecível. Ele andava com os olhos fechados e a todo momento pensávamos que ele podia cair˜.

Lenin morreu em 1924.