Quando confundem recursos humanos com relações públicas ou relações humanas

As relações públicas constituem uma ciência, ou arte, ou técnica de informação persuasiva que visa modificar opiniões (ação passiva), atitudes (predisposições) e comportamentos (ação ativa).

A publicidade comercial e a propaganda política são informações persuasivas.

As relações públicas também diferem das informações estratégicas e das informações administrativas.

Em Wikipédia: Relações Públicas, em comunicação, é o conjunto de atividades informativas, coordenadas de modo sistemático, relacionadas ao intercâmbio de informações entre uma empresa ou organização e sua clientela, imprensa, grupo social e/ou público alvo. Estas destinam estabelecer e manter o equilíbrio e o bom entendimento entre as duas partes e por vezes expandir ou estabilizar a imagem e/ou identidade da instituição ativa perante a opinião pública.

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Importante não confundir relações públicas com recursos humanos (RH) ou relações humanas.

 

Recursos Humanos

Leia em Wikipédia: Gestão de recursos humanos, gestão de pessoas ou ainda administração de recursos humanos, conhecida pela sigla ‘RH’. é uma associação de habilidades e métodos, políticas, técnicas e práticas definidas com objetivo de administrar os comportamentos internos e potencializar o capital humano. Tem por finalidade selecionar, gerir e nortear os colaboradores na direção dos objetivos e metas da empresa.

A área de recursos humanos também lida com estratégias de recursos humanos, relações sindicais, relações de trabalho e técnicas afetas a função tais como recrutamento, seleção, treinamento, planos de cargos e salários, avaliação de desempenho, incentivos e remuneraçao.1 Os temas mais diretamente derivados da Psicologia e Sociologia dizem respeito a expectativas e atitudes em relação ao trabalho, motivação, participação, liderança, comunicação, conflito, poder, influência, qualificação, produtividade.Temas mais atuais consideram o estudo do poder e cultura organizacional, novas formas de organização do trabalho, qualidade de vida no trabalho, práticas de envolvimento dos trabalhadores, comprometimento dos níveis gerenciais, ligação entre a estratégia empresarial e de recursos humanos

Relações Humanas

Leia em Wikipédia: A Teoria das Relações Humanas, ou Escola das Relações Humanas, é um conjunto de teorias administrativas que ganharam força com a Grande Depressão criada na quebra da bolsa de valores de Nova Iorque, em 1929. Com a “Grande Crise” todas as verdades até então aceitas são contestadas na busca da causa da crise. As novas ideias trazidas pela Escola de Relações Humanas trazem uma nova perspetiva para a recuperação das empresas de acordo com as preocupações de seus dirigentes e começa a tratar de forma mais complexa os seres humanos.

Essas teorias criaram novas perspetivas para a administração, visto que buscavam conhecer as atividades e sentimentos dos trabalhadores e estudar a formação de grupos. Até então, o trabalhador era tratado pela Teoria Clássica, e de uma forma muito mecânica. Com os novos estudos, o foco mudou e, do Homo economicus o trabalhador passou a ser visto como “homo social”. As três principais caraterísticas desses modelos são:

O ser humano não pode ser reduzido a um ser cujo corportamento é simples e mecânico.
O homem é, ao mesmo tempo, guiado pelo sistema social e pelas demandas de ordem biológica.
Todos os homens possuem necessidades de segurança, afeto, aprovação social, prestígio, e autorrealização.
A partir de então começa-se a pensar na participação dos funcionários na tomada de decisão e na disponibilização das informações acerca da empresa na qual eles trabalhavam. Foram sendo compreendidos aspectos ligados à afetividade humana e percebeu-se os limites no controle burocrático por parte das organizações como forma de regulamentação social.

Prática ética nas organizações
Na busca de facilitar o convívio em sociedade são criadas normas formais, que podem estar escritas ou normas morais

Em Grupo GP: Ética é um tema fascinante, mas complexo. Fascinante porque em teoria é compreensível e inspirador e complexo porque se dá na prática por meio das pessoas. A Ética é, portanto, um produto das relações humanas. De forma pragmática, a ética se apresenta como o assunto cujo estudo tem tornado possível maximizar a eficácia das relações humanas nas organizações. Em seu sentido mais abrangente, a ética significa o conjunto de valores e da moral que conduzem um indivíduo a tomar decisões, no que se refere principalmente às suas relações com o mundo. Não se pode estudar a ética de forma isolada, mas com foco no ambiente e nas relações humanas ali existentes.

Na busca de facilitar o convívio em sociedade são criadas normas formais, que podem estar escritas ou normas morais, que são simbólicas e se manifestam por comportamentos fortalecidos nas teias sociais ao longo dos anos. O objetivo das normas é o de se tentar prever, racionalizar e evitar que conflitos éticos ocorram.

A questão ética nas organizações passa pela compreensão da sua cultura organização. Quais os valores e crenças desta organização e como suas questões do cotidiano são resolvidas?

Edgar Schein (1982) define cultura organizacional como sendo um padrão de suposições básicas inventadas, descobertas ou desenvolvidas pelos membros de uma empresa para lidar com problemas de adaptação externa e integração interna. Estes padrões funcionam com eficácia suficiente para serem considerados válidos e, em seguida, ensinadoss aos novos membros como a maneira correta de perceber, pensar e sentir esses problemas.

Observa-se que a prática da ética nas organizações, por caminhos formais ou informais, instala-se por referências ideais de comportamentos e procedimentos que servem de guia, modelo e exemplo de ações ou atitudes tidas como aceitas ou recomendadas.

A formalização de um Código de Ética enfrenta um difícil caminho de construção, implementação e manutenção nas organizações.

Na construção, o desafio está em tornar perceptível o que, de fato, se constitui como valor a serviço da visão e da missão da Empresa. A fronteira entre o código de ética de uma empresa e o ideal de comportamento humano pode levar à construção de um produto incompatível com a gestão corporativa. Assim, o produto (código de ética) pode surgir fadado a ser um mero instrumento ilustrativo ou, no máximo, uma ferramenta a serviço da divulgação de imagem da corporação.

Na implementação, o risco consiste em ter um código de ética elaborado, bem redigido, inserido em manuais, mas que não seja do conhecimento das pessoas ou ainda, não seja aceito como padrão efetivo de diretrizes da ação profissional. A implementação de um Código de Ética pressupõe a elaboração de um projeto específico, com ações de treinamento e endomarketing para divulgação e fixação de seu conteúdo como valor para a organização.

Na manutenção de um código de ética é necessário que se tenham os guardiões que, em geral, compõem o Conselho de Ética e têm por objetivo: analisar os casos discrepantes ou não descritos e auxiliar na identificação das necessidades de revisão dos itens existentes, sugerindo acréscimos ou mudanças.

Mesmo quando uma organização não tem um código de ética formal, sempre existe um conjunto de princípios e normas que sustentam as suas práticas.

A maneira como a organização opera, a partir da experiência em diferentes situações, reflete a crença de cada instituição. Essa crença é detalhada no Modelo de Gestão (Fornari, 2004) que tem como ponto de partida a visão e a missão da organização.

Na manutenção, o risco é não manter este código atual e aderente à cultura organizacional da empresa.

Os Valores são afirmações sobre as crenças fundamentais, princípios que podem ser compartilhados, aprendidos e formam a base a partir da qual as ações e decisões organizacionais serão tomadas. O conjunto de valores orienta a definição de políticas e diretrizes, que se consolidam nos hábitos e costumes. Os valores servem de guia para definição de prioridades e de como todos devem se conduzir na busca dos objetivos da organização. Embora tenham caráter permanente, os valores devem ser periodicamente revisitados, para evoluir com a sociedade e com as necessidades da empresa, formando um conjunto vivo de crenças.

Em torno dos valores, as pessoas, constroem modelos de referência para atuar de forma independente e delegada, respeitando seus interesses, crenças e as variações culturais.

Além da declaração de valores, outros artefatos culturais contribuem para disseminar os princípios éticos de uma organização (exemplo dos líderes; código de ética e o conselho de ética).

A ética numa organização, seja ela empresarial ou governamental, deve ser pautada pelos mesmos princípios. Qualquer ação ou decisão, coletiva ou pessoal, não pode prescindir de um comportamento ético, já que os códigos de conduta devem ser uma ferramenta de gestão para estabelecer e articular os valores corporativos, as responsabilidades sociais, e as obrigações da organização que, em última análise, vão definir a forma como atua para atingir os fins coletivos a que se propõe.

A morte de Cinderela

Apesar da perda precoce da virgindade, aumenta o número das mulheres que sofrem com o Complexo de Cinderela, principalmente quando se casam com o homem errado. Que o príncipe encantado apenas persiste no mundo infantil de casinha de bonecas. Coisa de desenho animado, que a vida hoje está mais para filme de terror.

O fim do casamento das Cinderela constitui a tragédia moderna de uma sociedade divorcista, e de homens sem nenhuma vocação para o casamento. E não incluo nesta lista os golpes de baú, os gays de armário, os Casanova e Don Juan, nem o homem que sofre da Síndrome de Peter Pan.

É impossível pensar em casamento eterno quando sequer se tem estabilidade no emprego. E hoje, no Brasil, todos os empregos em empresas e indústrias são temporários.

O mercado de trabalho, quando o salário baixo que se paga faz parte do lucro, passou a ser um motel de alta rotatividade. Um ano em uma empresa, seis meses procurando emprego; dois anos numa empresa, um ano procurando emprego – assim o brasileiro vai levando a vida sem possibilidade de planejar e realizar nenhum sonho. Inclusive cumprir os votos de casamento: “Te prometo ser fiel, amar e respeitar, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, por todos os dias da nossa vida, até que a morte nos separe”.

 

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COMPLEXO DE CIDERELA: CAUSAS E IMPLICAÇÕES

por Jorge Elói

Recentemente ouve-se falar do Complexo da Cinderela, mas o que é afinal esse “complexo” e ao que é que se deve?
O complexo da Cinderela foi criado em inícios da década de oitenta, por Collete Dowling uma psicóloga norte-americana.
Essa mesmo autora descreve, que o “complexo da Cinderela” ocorre quando existe um sistema de desejos reprimidos, memórias e atitudes que tiveram sua origem na infância. Neste fenómeno existe uma crença da menina ou princesa vai ter sempre alguém que a proteja e que a sustente, tal como acontecia com a Cinderela e o príncipe.
Independentemente da idade, dentro dessas mulheres, existe uma criança que vive assombrando todos os níveis da sua vida, criança essa que ambiciona ter um “príncipe perfeito” que a proteja e lhe proporcione uma vida sem esforço e sem perigos. Consequência dessa crença, existe uma insegurança em vários níveis da vida, dando origem a todas as espécies de medos e dúvidas.
Por consequência desses medos, insegurança e desse príncipe que nunca mais chega, as mulheres que sofrem deste complexo, subestimam-se a elas próprias, autossabotando-se e menosprezando-se.
Quando de fato encontram alguém ou um “príncipe”, as mesmas crenças que sempre o ambicionaram, podem provocar o seu abandono. Pois devido a essa crença, elas tornam-se extremamente dependentes, ao mesmo tempo que elevam as expetativas ao máximo. Esperando que aquele “príncipe” lhe dará o mundo e fará todas as suas vontades. Isso irá provocar, por um lado continuas decepções, ao mesmo tempo que “asfixia” do “príncipe”. Por mais que o “príncipe” a valorize, nunca chegará. Além disso é obvio um sentimento transversal de incompetência e conformismo, pois abdicam de desenvolver as suas competências e conhecimento, por esperarem o “príncipe”.
Para mulheres com este complexo, necessitar de trabalhar pode significar, que aquele não é o “príncipe”, pois se fosse, não necessitariam.
Este complexo teve origem na educação, na cultura e nas sociedades essencialmente ocidentais. Pois durante muito tempo, o papel da mulher era ficar em casa, não trabalhavam, pois a sociedade de forma geral, via o trabalho, o estudos e o conhecimento, quase exclusivo para os homens. Assim sendo, desde muito cedo, as pequenas mulherzinhas eram educadas/formatadas para serem “princesas”.
Gradualmente a sociedade veio-se alterando e com ela a educação. Atualmente já existem mais mulheres no ensino superior que homens. As mulheres têm acesso à informação, ao trabalho, tal como os homens. Contudo ainda muitas recusam todas essas oportunidades de evolução pessoal e profissional, centrando-se exclusivamente no “casamento de sonho”.
As mulheres com esse complexo, possuem baixa tolerância à frustração, pois a sua competência de resolver problemas é muito escassa. Não são educadas para ser independentes e/ou autónomas, mas dependentes de um “príncipe”. Desistem com facilidade de algo que não tenha a ver com o seu “casamento” ou o seu “príncipe”. Não vão à luta, acomodam-se.
É importante referir o forte papel na educação, destas crenças. Como estas há crenças de um emprego perfeito, de pessoas perfeitas, amigos perfeitos, dia perfeito. Provocando inevitavelmente continuas desilusões e inseguranças. É necessário ter em conta quais os conceitos que passamos para as nossas crianças, pois elas muitas vezes irão aprender literalmente. E como vimos irá influenciar necessariamente a sua vida futura a todos os níveis.

 

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Edifícios presídios

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Bélgica faz greve geral. O Brasil nunca fez isso

Para ter greve geral é preciso centrais sindicais livres, sem pelegos, sem ONGs de ladrões.

Para ter greve geral é preciso movimento estudantil livre, sem diretórios acadêmicos a serviço de partidos políticos e de uma UNE sem dinheiro estatal como acontece no Chile.

Greve geral acontece em todos os países democráticos da Europa. Principalmente contra a perda de direitos trabalhistas.

No Brasil, os trabalhadores perderam todos os direitos. O ditador Castelo Branco cassou a estabilidade no emprego, e Fernando Henrique e Lula rasgaram a CLT.

Todo emprego  passou a ser temporário, pra lá de precário. E ninguém reclama. Uns chamam esse comportamento de apatia; outros, louvam o mito do Brasil cordial.

Uma greve geral marcada pelas três confederações sindicais belgas ameaça mergulhar a Bélgica no caos, na segunda-feira, com efeitos mais abrangentes do que a de dezembro último, quando a função pública parou por um dia.

No mesmo dia, está marcado um Conselho Europeu para discutir a crise na zona euro, com o foco nas medidas de luta contra o desemprego.

A data cimeira esteve para ser alterada por causa da greve, mas acabou por ser mantida para dia 30.

A greve tem como objectivo lutar contra as medidas de austeridade previstas no orçamento para este ano e contestar as alterações às políticas de desemprego e de reforma decididas pelo governo liderado pelo socialista francófono Elio Di Rupo.

No que respeita ao regime das reformas, os anos de trabalho vão aumentar de 35 para 40, em 2015, com um período transitório para as mulheres.

Dentro de três anos, a maior parte dos planos de pré-reforma terão como idade de referência os 60 anos, com uma carreira de 40 anos (a entrada em vigor para as mulheres é 2017).

A partir do próximo ano, a reforma antecipada só será possível com 38 anos de descontos (40, em 2015) e a idade mínima passará dos 60 para os 62 anos em 2016.

Já no que respeita ao subsídio de desemprego, este será reduzido após dois anos e suprimido ao fim de quatro.

O complemento para desempregados com mais de 50 anos e com 20 anos de descontos passa, em julho, a ser atribuído a partir dos 55 anos.

Também as condições para um desempregado rejeitar uma oferta que considere inadequada são alteradas: a distância entre a residência e o local de trabalho sobe dos 25 para os 60 quilómetros e o período é reduzido para três ou cinco meses (em vez de seis), conforme a idade.

 Mais dura que seja a reforma belga, ela seria um bem jamais sonhado pelo brasileiro.

Hoje 15 de outubro. A voz e a hora d@s indignad@s do Brasil e do mundo


Vá pra rua hoje.
Vá pra praça.

Praças pelo mundo afora despertaram. Milhões de pessoas cansadas de autoritarismo, de democracias voltadas para os ricos, da farra do capital financeiro.

Há 500 anos, o Brasil é um país saqueado pelos piratas, políticos corruptos, banqueiros, ruralistas e empreiteiros gananciosos. O governo, a justiça e o legislativo seguem dominados pela mesma elite que levou nosso país a um dos primeiros lugares em desigualdade social.

Temos muita coisa para mudar!

Somos contra uma polícia que prende e arrebenta os pobres. Uma justiça PPV, inimiga dos pretos pobres, das putas pobres, dos veados pobres. Uma justiça com foro especial para proteger os ricos, os poderosos, os lá de cima, os que moram nos palácios do judiciário, do executivo e do legislativo – eles os marajás, elas as Marias Candelária.

Somos contra os corruptos e os corruptores. Que a corrupção é mãe de todos os crimes.

Veja o roteiro dos eventos no Brasil e no mundo

Êxodo Brasileiro: mais de 3 milhões de exilados

Retirantes da fome. Retirantes do atraso.
Vítimas da corrupção.
Fugitivos do salário mínimo do mínimo. Fugitivos dos empregos precários. Todos os empregos no Brasil são temporários. Que o ditador Castelo Branco cassou a estabilidade.
Fugitivos do desemprego. Desempregados pelas empresas privatizadas. E desnacionalizadas.
Perseguidos pela Gestapo do SPC. Perseguidos pelo SNI da Serasa.
Degredados do Brasil Colônia Internacional.
Exilados da Ditadura Econômica.

Quantos são, hojemente, os brasileiros espalhados pelos quatro cantos do vasto mundo?
Em 2010, segundo reportagem exclusiva da iG, mais de 3,1 milhões de brasileiros viviam no exterior.

“Segundo levantamento do Ministério das Relações Exteriores (…) os números têm como base a apuração feita por consulados e embaixadas. Do total, quase a metade dos brasileiros fora do país está nos Estados Unidos”.

O Brasil nunca foi bom em estatística. Principalmente quando ela mostra uma triste e vergonhosa realidade.

Eis o êxodo brasileiro apresentado pela iG, conforme dados do Itamarati. Leia a reportagem da iG