Kelly Bolsonaro gosta de uma saia curta

Teve movimento contra o golpe, o retorno da ditadura, Kelly Cardoso aparece. Já invadiu o Palácio do Planalto, a Câmara dos Deputados, campo de futebol. A última dela, com a calcinha quase aparecendo, foi praticar um ato terrorista na UnB.

Kelly dispensa o sobrenome do presidente Fernando Henrique, o Cardoso, e prefere ser chamada de Bolsonaro, que é seu candidato a presidente, e cujas idéias defende. Um frase da Kelly:

“Em vez de cotas, deveriam dar passagem de volta pra África para aqueles que choram um passado que não viveram”.

Escreve Caroline Bchara: “O ato de extrema direita que ocorreu na noite de sexta-feira (17/6) na Universidade de Brasília (UnB) já é alvo de denúncias no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Neste sábado (18), foi protocolada uma ação contra a ativista Kelly Bolsonaro, tida como uma das organizadoras do evento, em que é questionada se a manifestação pode ser enquadrada como terrorismo.

O autor da denúncia é o profissional de relações públicas George Marques, de 26 anos: ‘Não foi só um ato político. Uma coisa é as pessoas terem opiniões políticas diferentes, outra é elas levarem bombas e armas de choque para uma manifestação. Isso é opressão”.

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Advertem “golpe de Estado blando” na Argentina. Golpismo que ameaça os países livres da América Latina

Ali Divandani

Ali Divandani

 

O Centro Militar para a Democracia Argentina (CEMIDA) emitiu um comunicado, nesta terça-feira, para avisar que o país sul-americano enfrenta um “golpe suave”.

O Centro Militar para a Democracia Argentina (CEMIDA) disse que o governo constitucional da presidente Cristina Fernández enfrenta um golpe suave, depois de analisar as operações da extrema-direita e do Poder Judiciário no país sul-americano.

O alerta tem as assinaturas da especialista em informações estratégicas Elsa Bruzzone, e da mais alta autoridade do CEMIDA José Luis García, coronel aposentado. Que analisaram as políticas de propaganda e espionagem dos Estados Unidos na  região latino-americana.

Políticas de submissão impostas pelos Estados Unidos, que se sentem incomodados com as ações de integração e nacionalismo, desenvolvidas pelos presidentes do Mercosul considerados de esquerda.

Dilma Rousseff foi alvo dessa ação golpista logo depois de reeleita presidente. Foram realizadas campanhas pelo terceiro turno, pelo impeachment. Ousaram realizar marchas em São Paulo, pelo retorno da ditadura. Marchas convocadas pelos candidatos derrotados do PSDB a presidente Aécio Neves, e vice Aloysio Nunes. Idem família Bolsonaro.

dilma golpe ditadura

A campanha do “golpe de Estado blando” está ativada na Argentina. Como acontece na Venezuela, na Bolívia.

O primeiro golpe “blando” aconteceu em Honduras. Depois no Paraguai, hoje presidido por um corrupto, amigo do senador Perrella, dono do helicóptero do pó.

A ameaça visa também atingir o Equador e o Chile. Que a América Latina continue um imenso quintal. Que retornem as ditaduras do Cone Sul, seja pelo golpe suave ou na marra. Inclusive com intervenção militar estrangeira.

No Brasil ninguém pergunta qual o demoníaco ditador preferido da pirataria estrangeira, do FMI, dos banqueiros, dos traficantes de minérios, dos que pretendem a posse do nosso nióbio, dos nossos aquíferos, da Petrobras e do que resta de empresa brasileira.

Marcos Simões considera que “a região está sufocada pelos quebrados países do primo mundo, que querem as riquezas naturais na marra ou pelo golpe dos entreguistas destas nações. Uma pena o brasileiro idiota não perceber”.

Veja vídeos do comunicado de alerta na Argentina. Para poder entender a carta que o governo argentino enviou aos governos dos Estados Unidos e Israel. Parte do texto, lido por Timerman, ministro do Exterior, diz: “A Argentina observa com muita preocupação a crescente frequência com que muitos países são utilizados como cenários nos quais outros Estados intervêm para definir disputas em função de seus próprios interesses geopolíticos. Também nos preocupa ver como são utilizados mecanismos de propaganda aberta ou encoberta para tais fins. Meu país rechaça tais atos e pretende que não aconteçam em seu território”.

Acrescenta a carta: “O povo argentino não deve tolerar, e muito menos sofrer, que seu país seja um teatro de operações políticas, de inteligência ou, pior ainda, de fatos e ações mais graves, por conflitos que são totalmente alheios à sua história, à sua idiossincrasia e a seus costumes”. E faz referências as guerras no deserto. E dura condenação a qualquer tipo de terrorismo estatal, inclusive o terror imposto pelas ditaduras que vitimaram a Argentina. Clique aqui

 

 

 

 

 

Homofobia e suicídio de crianças e adolescentes

gay bandeiro feminino

Toda semana lemos notícias de LGBTs, muitos deles/delas crianças e adolescentes, cometendo suicídio por não aguentarem mais serem rejeitados pela família, humilhados na escola e no trabalho.

Não existem estatísticas. O suicídio no Brasil é tabu.

Os pais deviam informar como forma de confissão, e pedido de perdão pós-morte. De alerta a outros pais. De denúncia. A maioria dos suicídios foram provocados pelo bulismo na escola, pelo stalking no trabalho, pela violência nas ruas dos homofóbicos.

Temos campanhas realizadas pelo fundamentalismo religioso e o fanatismo político, sendo os principais líderes os pastores Silas Malafaia, Marco Feliciano, padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, militar Jair Bolsonaro e até candidatos asquerosos a presidente do Brasil.

A pregação da Santa Inquisição de pastores e padres tem origem no judaísmo (Velho Testamento). No cristianismo (Novo Testamento) apenas  existe uma frase de São Paulo, em uma carta cuja autenticidade não pode ser comprovada. Jesus jamais tocou nesse tema.

O “raivoso” discurso de Bolsonaro é exclusivamente nazista, machista e eleitoreiro.

Não existe no Velho Testamento nenhuma referência ao amor lésbico. Venho divulgando esta verdade. E fica o desafio para qualquer teólogo provar o contrário

Não existe no Velho Testamento nenhuma referência ao amor lésbico. Venho divulgando esta verdade. Renovo o desafio para qualquer teólogo provar o contrário

 

Em um estudo realizado por Fernando Silva Teixeira Filho
e Carina Alexandra Rondini Marretto (Faculdade de Ciências e Letras da UNESP-Assis), realizado em maio de 2008 em uma Escola do Ensino Médio de uma cidade do interior do Oeste paulista. A amostra que compôs o estudo corresponde a 108 adolescentes, de ambos os sexos, entre 14 e 20 anos cursando as três séries do Ensino Médio. “Observamos que os/as jovens da amostra incorporaram o discurso preventivista pelo menos durante as primeiras relações sexuais com o sexo oposto. Suas crenças sobre as sexualidades não-heterossexuais revelaram-se homofóbicas e segregatórias. Encontramos que 25.0% da amostra já pensou em se matar e dentre estes 40% já tentou, havendo maior concentração entre as jovens. Acreditamos estar diante de um grande desafio para as políticas públicas de Educação e Saúde, respectivamente, no sentido de garantir o acesso e pleno direito de expressão das homossexualidades no espaço escolar, bem como lidarem de modo preventivo em relação à Saúde Mental dos/das jovens que freqüentam a escola”.

De 2002 a 2012 houve um crescimento de 40% da taxa de suicídio entre crianças e pré-adolescentes com idade entre 10 e 14 anos. Na faixa etária de 15 a 19 anos, o aumento foi de 33,5%.

Transcrevo trechos de uma reportagem de Maria Fernanda Ziegler e Ocimara Balmant: “Ao contrário do adulto, que normalmente planeja a ação, o adolescente age no impulso. São comportamentos suicidas para fugir de determinada situação que vez ou outra acabam mesmo em morte’, afirma a psiquiatra Maria Fernanda Fávaro, que atua em um Pronto Socorro de psiquiatria em São Caetano do Sul, região metropolitana de São Paulo. Aos cuidados de Maria Fernanda, são encaminhadas as crianças e os adolescentes que chegaram feridas ao hospital após tentarem se matar.

Ao serem perguntados sobre o motivo de terem se mutilado com lâmina de barbear, se ferido com materiais pontiagudos, cortado o pulso ou ingerido mais de duas dezenas de comprimidos, a resposta é rápida, e vaga. ‘A maioria diz que a vida não tem sentido, que sentem um vazio enorme. Muitos têm quadros associados à depressão’, afirma Maria Fernanda. O cenário é tão recorrente, diz a psiquiatra, que há sites, blogs e páginas de rede social que ensinam as melhores técnicas e ferramentas para que a criança tire a própria vida”. Leia mais.

 

cartaz 1

pai filho

Poesia A verdade seja dita sobre os Bolsonaros

Mel Duarte

Mel Duarte

A poetisa e o recado ao Bolsonaro: “Você que não mova sua pica para impor respeito a mim”

 

Mel Duarte escreve e declama poesia que é um grito de revolta de mais uma mulher contra os impropérios ditos pelo parlamentar à deputada federal Maria do Rosário (PT-RS)

Por Igor Carvalho

Mel Duarte, poetisa paulistana, é mais uma das mulheres que se revoltou quando viu o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) atacar a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS). Como resposta à essa indignação, ela escreveu o poema “Verdade seja dita.”

A poetisa apresentou o poema, pela primeira vez, no Rachão Poético, no último domingo (14). Porém, o vídeo com a apresentação de Mel Duarte foi feito durante o sarau da livraria Suburbano Convicto, no Bixiga, região central da capital paulista.

Mel Duarte é autora do livro “Fragmentos Dispersos”

 

bolsonaro 2

Verdade seja dita!

por Mel Duarte

 

Verdade seja dita
Você que não mova sua pica pra impor respeito a mim.
Seu discurso machisma, machuca
E a cada palavra falha
Corta minhas iguais como navalha
NINGUÉM MERECE SER ESTUPRADA!
Violada, violentada
Seja pelo uso da farda
Ou por trás de uma muralha
Minha vagina não é lixão
Pra dispensar as tuas tralhas

Canalha!

Tanta gente alienada
Que reproduz seu discurso vazio
E não adianta dizer que é só no Brasil
Em todos os lugares do mundo,
Mulheres sofrem com seres sujos
Que utilizam da força quando não só, até em grupos!
Praticando sessões de estupros que ficam sem justiça.

Carniça!

Os teus restos nem pros urubus jogaria
Pq animal é bixo sensível,
E é capaz de dar reboliço num estômago já acostumado com tanto lixo

Até quando teremos que suportar?
Mãos querendo nos apalpar?
Olha bem pra mim? Pareço uma fruta?
Onde na minha cara ta estampado: Me chupa?!
Se seu músculo enrijece quando digo NÃO pra você
Que vá procurar outro lugar onde o possa meter

Filhos dessa pátria ,
Mãe gentil?
Enquanto ainda existirem Bolsonaros
Eu continuo afirmando:
Sou filha da luta, da puta
A mesma que aduba esse solo fértil
A mesma que te pariu!

A HISTÓRIA ESTUPRADA DO BRASIL

por Valdson Almeida

estupro pintura Christiaen van Couwenbergh

Corre mata adentro, cansada, ofegante, vencida.
É o bandeirante desbravador estuprando a índia. E é ela a selvagem, claro!
Tapa a boca, escraviza a alma. Chora, vendida.
É o senhor da casa grande, proprietário de carne, estuprando a negra na senzala. E é ela a escória, claro!
É o militar patriota estuprando a comunista subversiva nos porões da ditadura. E é ela a ameaça ao país, claro!
É o policial vestido de hipocrisia que atende a mulher violentada agora a pouco, perguntando que roupa ela usava na hora do ocorrido. E é ela que se veste errado, claro!
É o pai de família que faz sexo com a esposa indisposta. Mas isso não é estupro, é só sexo sem consentimento mútuo, claro!
É o macho alfa que estupra corretivamente a lésbica “mal comida”. E é ela a doente que precisa de cura, claro!
É o aluno de medicina, estudante da “melhor universidade da América latina”, que estupra a caloura bêbada. E é a denúncia dela que mancha o nome da Universidade, claro!
É o político defensor dos “bons costumes” que só não estupra a deputada porque ela ‘não merece’. Ufa, pelo menos alguém sensato nessa história violentada do Brasil.

 

 
Imagem: Three Young White Men and a Black Woman (1632) de Christiaen van Couwenbergh

Bolsonaro: “Os gays não são semideuses. A maioria é fruto do consumo de drogas”

O deputado federal Jair Bolsonaro, favorável à pena de morte, a limitar a procriação dos mais pobres e abertamente homofóbico, ambiciona a presidência da Comissão de Direitos Humanos

Bolsonaro

O deputado federal e militar da reserva Jair Bolsonaro (PP) concede uma entrevista atrás da outra. Desde que se autoproclamou candidato à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, ele entrou no olho do furacão. Os partidos de esquerda veem com receio a possibilidade de repetir um mandato ainda mais polêmico que o do pastor evangélico Marco Feliciano (PSC), mas Bolsonaro cresce diante da adversidade. A cada entrevista, eleva o tom das suas afirmações homofóbicas, elitistas, racistas e incitadoras da violência. Nesta entrevista ao EL PAÍS, ele conta que pretende ser o representante dos direitos humanos no Brasil. Chama a presidenta Dilma Rousseff de terrorista, considera os gays produto do consumo de drogas e defende a cadeira elétrica para os criminosos. As únicas minorias que ele pretende defender são as que ele considera “decentes”: os cadeirantes, autistas e deficientes.

María Martín (El País, Espanha): A sua candidatura é só uma medida de pressão para conseguir a Comissão de Minas e Energia?

Bolsonaro: Sim, eu não faço parte desse jogo, mas eu agora estou no jogo. Quando me lancei candidato foi porque havia possibilidade dessa comissão ir para o nosso partido. Eu conversei com vários parlamentares do meu partido e todos concordaram, ninguém quer ir para lá. No meio do caminho, quando a imprensa divulgou que eu seria candidato, o PT resolveu entrar no jogo. Aí meu partido propôs a troca. Mas o PT não quer abrir mão de Minas e Energia e tampouco que eu seja presidente.

P. Para o seu partido a Comissão não importa nada, é só um jogo político?

R. Não é para o meu partido. A Comissão de Direitos Humanos sempre foi uma das últimas a serem escolhidas.

P. E por que foi sempre assim?

R. Porque os parlamentares preferem comissões que são mais importantes para eles como transporte, agricultura, minas e energia, justiça, tributação e finanças… São comissões que dão visibilidade.

P. Bom, nos últimos tempos, a Comissão de Direitos Humanos foi alvo de manchetes diárias…

R. Esteve nas manchetes pela maneira como o presidente [Marco] Feliciano a conduziu. Eu agora quero, caso consiga a comissão, dar uma nova dinâmica para ela.

P. Por que o PT não quer você como presidente?

R. Eles não querem porque, segundo eles, eu não represento os direitos humanos no Brasil.

P. E você concorda?

R. Concordo. A maneira como eles induzem a política de direitos humanos, eu sou completamente contra.

P. O que está errado na maneira de o Governo orientar a política de direitos humanos?

R. Qual é a idade penal na Espanha? Não sei como é a violência por aí por parte de moleques de menos de 18 anos, mas aqui no Brasil praticamente não existe pena. Há uma molecada de 17 anos que são criminosos por esporte. Então se reduzir a idade penal vai sobrar cadeia para eles.

P. Mas os dados da Fundação Casa de São Paulo, por exemplo, certificam que apenas 1,5% dos internos são realmente responsáveis de algum crime maior, como o homicídio. Não é um percentual pequeno?

R. Não concordo contigo. Porque o roubo é uma violência, o estupro é uma violência que eu equiparo quase com o homicídio. Não existe isso de reduzir a idade penal apenas para o homicídio. Eu prefiro a cadeia cheia de vagabundo ao cemitério cheio de inocentes.

P. Mas nas cadeias do Brasil, em Pedrinhas por exemplo, há muitos internos que ainda não foram julgados…

R. Pedrinhas é o melhor presídio do Brasil. Se quiser desligar o telefone, pode desligar. Você quando comete um crime tem que pagar por ele. Não é para ir a um spa, para ter um retiro com cinco refeições por dia, médico, dentista, com biblioteca… Não. Ele tem que ir para o presídio para pagar pelo seu crime.

P. Se o senhor presidir a Comissão quais seriam suas prioridades?

R. Eu pretendo ecoar, falar para o povo brasileiro do mais importante: a redução da idade penal e de uma política de planejamento familiar, de reduzir o número de filhos dos mais pobres. Porque os mais pobres têm bolsas [benefícios] que os estimulam a terem mais filhos. Então, gente sem cultura acaba tendo mais filhos para ganhar 70 reais por mês. Todos esses aí vão ser eleitores do futuro para o PT. Uma terceira proposta seria uma luta para revogarmos o estatuto do desarmamento. Porque o governo desarmou as pessoas de bem, mas a bandidagem está cada vez mais armada. E o cidadão não tem como se defender.

P. Você vê realmente uma ligação das suas propostas com questões de direitos humanos?

R. As três têm a ver. Quando você bota um menor na cadeia, você consegue que as pessoas de bem não sofram violência. Quando você fala de planejamento familiar, vai ter muita criança que deixará de nascer que não teria a mínima dignidade nem condições no caso de nascer. Com o rearmamento, muita gente vai dormir tranquila em casa porque vai ter uma arma para se defender.

E eu também defendo a pena de morte. Se levar o cara para a cadeira elétrica ele nunca mais vai matar, nem vai assaltar.

P. Mas você também sabe que a pena de morte não é garantia de uma diminuição do índice de criminalidade.

R. Nunca vi um morto voltar a cometer um crime. Se com pena de morte a criminalidade aumenta 10%, sem pena de morte aumenta para 50%.

P. Seu partido tem as siglas de Partido Progressista, mas a sociedades em geral estão evoluindo para o lado oposto aos valores que você defende.

R. Eu não vou mudar minha opinião para ganhar simpatias. A sigla é para chamar a atenção. O nome não tem nada ver… meu partido e só um nome.

P. O senhor não concorda que o homossexual tenha mais direitos que o heterossexual. Mas concorda que os homossexuais sofrem, além da violência endêmica do país, preconceitos e agressões pela sua condição?

R. Os homossexuais querem se passar por vítimas, querem superpoderes. Qualquer homossexual que morre no Brasil, logo a mídia está dizendo que é homofobia. Há muitos que são mortos pelos próprios colegas ou em locais de prostituição, ou por overdose. Ao morrer, os ativistas dizem que é homofobia. No Brasil dez mulheres por dia são assassinadas por seus parceiros, isso é muito mais grave.

Os crimes de homofobia tem que ser tratados da mesma forma que qualquer outra morte. Quantos heterossexuais morrem por dia? Morrem muitos mais que homossexuais.

P. Mas se o povo fosse educado para respeitar a diversidade não teríamos menos mortes?

R. Não concordo. Quem pensa dessa maneira de respeitar é quem quer levar essa matéria para as escolas para transformar crianças de seis anos em homossexuais. Ao ponto que daí facilita a pedofilia no Brasil.

P. Mas você acha que uma pessoa se transforma em homossexual?

R. A imensa maioria vem por comportamento. É amizade, é consumo de drogas. Apenas uma minoria nasce com defeito de fábrica. Aqui no Brasil se tem a ideia de que quem for homossexual vai ter sucesso na vida. As novelas sempre mostram os gays bem sucedidos, que trabalham pouco e ganham muito, têm carrões…

P. Em troca, o noticiário mostra como os gays podem ser vítimas da sua condição…

R. Mas você… Você é gay por acaso?

– Não.

Ah, tudo bem. Já tem pena para isso. Se houver motivo fútil a pena é elevada, tem agravante. Mas vocês querem o quê? Levar a PLC122 (projeto que criminaliza a homofobia) ao Código Penal? Só porque alguém gosta de dar o rabo dele passa a ser um semideus e não pode levar porrada…?