Independência ou morte


Teve movimento contra o golpe, o retorno da ditadura, Kelly Cardoso aparece. Já invadiu o Palácio do Planalto, a Câmara dos Deputados, campo de futebol. A última dela, com a calcinha quase aparecendo, foi praticar um ato terrorista na UnB.

Kelly dispensa o sobrenome do presidente Fernando Henrique, o Cardoso, e prefere ser chamada de Bolsonaro, que é seu candidato a presidente, e cujas idéias defende. Um frase da Kelly:

“Em vez de cotas, deveriam dar passagem de volta pra África para aqueles que choram um passado que não viveram”.

Escreve Caroline Bchara: “O ato de extrema direita que ocorreu na noite de sexta-feira (17/6) na Universidade de Brasília (UnB) já é alvo de denúncias no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Neste sábado (18), foi protocolada uma ação contra a ativista Kelly Bolsonaro, tida como uma das organizadoras do evento, em que é questionada se a manifestação pode ser enquadrada como terrorismo.

O autor da denúncia é o profissional de relações públicas George Marques, de 26 anos: ‘Não foi só um ato político. Uma coisa é as pessoas terem opiniões políticas diferentes, outra é elas levarem bombas e armas de choque para uma manifestação. Isso é opressão”.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: