Poesia e música do jornalista Antônio Maria cantada por Nat King Cole


Antonio Maria

Antônio Maria, na Rua Bom Jesus,

NINGUÉM ME AMA

Ninguém me ama, ninguém me quer
Ninguém me chama de meu amor
A vida passa, e eu sem ninguém
E quem me abraça não me quer bem

Vim pela noite tão longa de fracasso em fracasso
E hoje descrente de tudo me resta o cansaço
Cansaço da vida, cansaço de mim
Velhice chegando e eu chegando ao fim

 

 

 

 

 

.

 

 

 

SUAS MÃOS

As suas mãos onde estão?
Onde está seu carinho?
Onde está você?

Se eu pudesse buscar
Se eu soubesse onde está
Seu amor, você.

Um dia há de chegar
Quando, eu não sei
Você vai procurar
Onde eu estiver
Sem amor, sem você.

 

 

 

 

 

 

Na Rua do Bom Jesus existe uma escultura de Antônio Maria. Não poucas vezes, andando pelo Recife, paro diante da figura do cronista fundamental. Ali a vontade que me assalta é de chamar as pessoas que passam e com elas conversar sobre ele. Começaria por um “você sabe quem é?”, em lugar de um “você sabe quem foi”. No entanto, jamais poderia imaginar uma conversa involuntária que tive sobre Antônio Maria, impossível de reprimir. In Dicionário Amoroso do Recife de Urariano Mota. Veja links

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