MENTE INSANA E A CRUXIFICAÇÃO


Jo Weronyka

Jo Weronyka

Ensina-me a viver
Ensina-me  a amar…..
Ensina-me  a não me odiar
Quando quero me perder
quando anseio não ser
o que sei ser !
quando algo perdido no espaço
era apenas um traço de compasso,
ao chegar aos redemoinhos das reviravoltas,
de onde escalei caminhos…
que até a mim se sobre saíram
as aguas de um moinho
que jogavam-me para os lados
com a magnitude da incoerencia,
meus atos que não eram inconsequencia
de um arquétipo de falsa amplitude,
e nada era o que supostamente era
aventuras da desvairada juventude,
o que já era nada do que era
um rascunho a procuro de seu próprio punho….
ao transcender os cortes
de uma má sorte
iluminava como a morte,
em devaneios fanstasmas
de uma mágoa cansada
ao misto da dor e prazer
era o que talvez era
antes de me perder,
e sucumbir nas areias do deserto
e tudo se convidava ao incerto
e tuas mãos me faltaram
quando as lágrimas em mim rolaram,
e os espinhos me sangraram
entre a verdade e a mentira
entre um suspiro e um gemido
sua presença se espalhou….
o que tua lei encerrou
porque seu toque me faltou
ao enterro a beira da sepultura
o que seria mais uma tortura?
ou o começo da loucura?

JO. WERONYKA

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