Independência ou morte


O SEF observou os ‘palcos’ de prostituição em Lisboa, principalmente associados a redes de tráfico de seres humanos, comparando a sua evolução desde 2006 até este ano.

A prostituição de rua em Lisboa diminuiu nos últimos cinco anos, mantendo-se no entanto uma percentagem significativa de estrangeiras, ligadas à imigração ilegal, nesta actividade. Romenas e brasileiras, maioritariamente em situação irregular apesar da longa permanência em Portugal, foram as únicas nacionalidades a aumentar a sua presença na via pública.

De acordo com um estudo conduzido pela Direcção Central de Investigação Pesquisa e Análise da Informação (DCIPAI) do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), esta redução – em 2006 tinham sido contabilizadas 198 e em 2011 eram no primeiro semestre apenas 176 – não significa que o fenómeno esteja a diminuir. Por um lado os inspectores do SEF identificaram um desvio da prostituição do centro de Lisboa para as zonas da periferia, em particular vias rodoviárias. Por outro lado, registam um aumento da prostituição “dentro de portas”, em casas de alterne, através de anúncios e com aliciamento pela “Internet”.

 

 

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